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Noções Básicas em Procedimentos e Abordagens em Urgência e Emergência

NOÇÕES BÁSICAS EM

PROCEDIMENTOS E

ABORDAGEM EM 

URGÊNCIA E

EMERGÊNCIA



Reconhecimento e Atendimento Inicial das

Principais Emergências

Emergências Cardíacas e Respiratórias

Emergências cardíacas e respiratórias são situações médicas críticas que requerem intervenção rápida e eficaz para garantir a sobrevivência do paciente. Identificar os sintomas e fornecer atendimento inicial adequado pode fazer a diferença entre a vida e a morte. Aqui está um texto sobre como reconhecer essas emergências e iniciar o atendimento:

Emergências Cardíacas:

Sintomas:

1.     Dor no Peito: Uma dor opressiva, aperto ou desconforto no peito que pode irradiar para os braços, pescoço, mandíbula ou costas.

2.     Falta de Ar: Dificuldade para respirar ou sensação de sufocamento.

3.     Náusea e Vômito: Podem ocorrer acompanhando a dor no peito.

4.     Palpitações: Sensação de batimentos cardíacos rápidos, fortes ou irregulares.

5.     Desmaio ou Tontura: Pode ocorrer devido à diminuição do fluxo sanguíneo para o cérebro.

Atendimento Inicial:

1.     Chame por Ajuda: Ligue para o serviço de emergência médica imediatamente.

2.     Posicione o Paciente: Coloque o paciente em uma posição confortável, preferencialmente deitado de costas.

3.     Administre Aspirina: Se disponível e se o paciente estiver consciente, dê aspirina para ajudar a reduzir a coagulação sanguínea.

4.     Inicie a RCP (se necessário): Se o paciente estiver inconsciente, sem respirar e sem pulso, inicie a RCP.

Emergências Respiratórias:

Sintomas:

1.     Dificuldade Respiratória: Respiração rápida, superficial ou dificuldade em respirar profundamente.

2.     Chiado no Peito: Sons agudos durante a respiração.

3.     Tosse Persistente: Tosse severa ou persistente, especialmente se estiver acompanhada de muco espesso ou sangue.

4.     Cianose: Coloração azulada da pele, especialmente ao redor dos lábios e das unhas, devido à falta de oxigenação.

Atendimento Inicial:

1.     Chame por Ajuda: Peça assistência médica imediatamente.

2.     Posicione o Paciente: Coloque o paciente em uma posição confortável, geralmente sentado inclinado para a frente para ajudar na respiração.

3.     Ofereça Suporte Respiratório: Encoraje o paciente a respirar lentamente e profundamente. Se necessário, aplique oxigênio suplementar (se disponível).

4.     Monitore os Sinais Vitais: Mantenha-se atento à respiração, pulso e nível de consciência do paciente.

Conclusão:

Emergências

cardíacas e respiratórias podem ser extremamente graves e exigem uma resposta rápida e eficaz. Identificar os sintomas precocemente e iniciar o atendimento inicial adequado pode melhorar significativamente as chances de recuperação do paciente. No entanto, é importante lembrar que o atendimento de emergência deve ser realizado por profissionais de saúde treinados sempre que possível.

Angina, Infarto, Asma e EPOC

As emergências médicas relacionadas à angina, infarto, asma e EPOC representam condições críticas que requerem intervenção imediata para garantir o bem-estar do paciente. Vou detalhar cada uma dessas condições e como identificá-las, juntamente com as medidas iniciais de tratamento:

Angina:

Sintomas:

1.     Dor no Peito: Uma dor ou desconforto no peito que pode ser descrita como aperto, queimação, pressão ou peso.

2.     Dor que se Irradia: A dor pode irradiar para os ombros, braços, pescoço, mandíbula ou costas.

3.     Falta de Ar: Sensação de falta de ar ou dificuldade para respirar.

4.     Náusea e Sudorese: Podem ocorrer acompanhando a dor no peito.

Atendimento Inicial:

1.     Chame por Ajuda: Ligue para o serviço de emergência médica imediatamente.

2.     Administre Aspirina: Se disponível e se o paciente estiver consciente, dê aspirina para ajudar a reduzir a coagulação sanguínea.

3.     Posicione o Paciente: Coloque o paciente em uma posição confortável, preferencialmente sentado.

4.     Monitore os Sinais Vitais: Mantenha-se atento à respiração, pulso e nível de consciência do paciente.

Infarto Agudo do Miocárdio (IAM):

Sintomas:

1.     Dor no Peito Intensa: Uma dor intensa e persistente no peito, geralmente descrita como uma pressão forte ou aperto.

2.     Falta de Ar: Dificuldade para respirar.

3.     Náusea e Vômito: Podem ocorrer acompanhando a dor no peito.

4.     Fraqueza ou Desmaio: Sensação de fraqueza, tontura ou desmaio.

Atendimento Inicial:

1.     Chame por Ajuda: Ligue para o serviço de emergência médica imediatamente.

2.     Administre Aspirina: Se disponível e se o paciente estiver consciente, dê aspirina para ajudar a reduzir a coagulação sanguínea.

3.     Posicione o Paciente: Coloque o paciente em uma posição confortável, preferencialmente sentado.

4.     Monitore os Sinais Vitais: Mantenha-se atento à respiração, pulso e nível de consciência do paciente.

Asma:

Sintomas:

1.     Chiado no Peito: Sons agudos durante a respiração.

2.     Dificuldade para Respirar: Respiração

rápida e superficial, com dificuldade em expirar.

3.     Tosse Persistente: Tosse severa e persistente.

4.     Sensação de Opressão Torácica: Sensação de aperto ou opressão no peito.

Atendimento Inicial:

1.     Administre Broncodilatadores: Ajude o paciente a usar o seu inalador de broncodilatador, se disponível.

2.     Mantenha o Paciente Calmo: Encoraje o paciente a respirar lentamente e profundamente para relaxar os músculos respiratórios.

3.     Posicione o Paciente: Coloque o paciente em uma posição confortável, geralmente sentado inclinado para a frente.

4.     Monitore os Sinais Vitais: Mantenha-se atento à respiração, pulso e nível de consciência do paciente.

EPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica):

Sintomas:

1.     Dificuldade para Respirar: Respiração difícil, especialmente durante a expiração.

2.     Tosse Crônica: Tosse persistente, muitas vezes com muco.

3.     Produção de Muco: Produção excessiva de muco nos pulmões.

4.     Falta de Ar: Sensação de falta de ar ou dificuldade para respirar.

Atendimento Inicial:

1.     Administre Broncodilatadores: Ajude o paciente a usar o seu inalador de broncodilatador, se disponível.

2.     Mantenha o Paciente Calmo: Encoraje o paciente a respirar lentamente e profundamente para relaxar os músculos respiratórios.

3.     Posicione o Paciente: Coloque o paciente em uma posição confortável, geralmente sentado inclinado para a frente.

4.     Monitore os Sinais Vitais: Mantenha-se atento à respiração, pulso e nível de consciência do paciente.

Conclusão:

As emergências médicas relacionadas à angina, infarto, asma e EPOC podem ser extremamente graves e exigem uma resposta rápida e eficaz. Reconhecer os sintomas precocemente e iniciar o atendimento inicial adequado pode melhorar significativamente as chances de recuperação do paciente. No entanto, é importante lembrar que o atendimento de emergência deve ser realizado por profissionais de saúde treinados sempre que possível.

Traumas e Hemorragias

Traumas e hemorragias representam situações críticas que exigem avaliação rápida e manejo adequado para minimizar o risco de complicações e salvar vidas. Tanto feridas abertas quanto fechadas, fraturas e hemorragias devem ser tratadas com atenção e cuidado. Aqui está um guia sobre como avaliar e gerenciar essas condições:

Avaliação de Traumas:

Feridas Abertas:

1.     Limpeza da Ferida: Lave a ferida com água limpa e sabão, removendo detritos visíveis e sujeira.

2.    

Controle da Hemorragia: Aplique pressão direta na ferida com um pano limpo ou bandagem estéril para controlar a hemorragia.

3.     Proteção da Ferida: Cubra a ferida com um curativo estéril para protegê-la contra infecções.

4.     Avaliação de Tecidos Envolvidos: Verifique se há danos aos músculos, nervos ou ossos ao redor da ferida.

Fraturas:

1.     Estabilização da Fratura: Imobilize a área afetada usando uma tala ou tala improvisada para evitar movimentos adicionais.

2.     Controle da Dor: Administre analgésicos conforme necessário para aliviar a dor do paciente.

3.     Verificação da Circulação: Verifique se há sinais de circulação comprometida, como palidez, dormência ou frieza na extremidade afetada.

4.     Evacuação Segura: Transporte o paciente de maneira segura para um centro médico, evitando movimentos que possam agravar a lesão.

Avaliação de Hemorragias:

1.     Identificação da Fonte da Hemorragia: Determine a origem da hemorragia e aplique pressão direta na área para controlá-la.

2.     Elevação da Extremidade Afetada: Eleve a extremidade afetada acima do nível do coração, se possível, para ajudar a reduzir o fluxo sanguíneo para a área.

3.     Aplicação de Curativos de Pressão: Use curativos compressivos ou torniquetes em situações de hemorragia grave, quando necessário.

4.     Monitoramento dos Sinais Vitais: Mantenha-se atento à pressão arterial, pulso e respiração do paciente para detectar sinais de choque hemorrágico.

Manejo de Emergência:

1.     Chame por Ajuda: Solicite assistência médica de emergência imediatamente para pacientes com feridas graves, fraturas ou hemorragias graves.

2.     Administração de Fluidos: Em casos de hemorragia grave, administre fluidos intravenosos para restaurar o volume sanguíneo.

3.     Transporte para o Atendimento Médico: Transporte o paciente para um centro médico o mais rápido possível, garantindo a estabilidade da lesão durante o transporte.

4.     Acompanhamento Pós-tratamento: Após a estabilização inicial, continue monitorando o paciente para detectar complicações, como infecções ou choque hemorrágico tardio.

Conclusão:

Traumas e hemorragias exigem uma resposta rápida e eficaz para minimizar os danos e garantir o melhor resultado possível para o paciente. Avaliar corretamente a extensão da lesão, controlar a hemorragia, estabilizar fraturas e fornecer cuidados de emergência adequados são passos essenciais no manejo dessas situações. É fundamental que os

socorristas estejam treinados e preparados para lidar com essas emergências de forma eficaz e segura.

Imobilizações e Transporte Adequado e Vítimas

Quando uma vítima sofre um trauma, especialmente envolvendo ferimentos musculoesqueléticos, é crucial imobilizá-la adequadamente e transportá-la com cuidado para evitar agravar as lesões. Aqui está um guia sobre imobilizações e transporte adequado de vítimas:

Imobilizações:

Fraturas:

1.     Estabilização Inicial: Mantenha a área afetada imóvel, evitando movimentos que possam causar dor ou danos adicionais.

2.     Imobilização com Talas: Use talas ou tala improvisada para imobilizar a área ao redor da fratura, minimizando o movimento dos ossos fraturados.

3.     Envolver a Fratura: Após a imobilização, envolva suavemente a área com bandagens para fornecer suporte adicional e estabilização.

Lesões na Coluna Vertebral:

1.     Manter a Cabeça Alinhada: Mantenha a cabeça da vítima alinhada com o corpo para evitar movimentos que possam comprometer a coluna vertebral.

2.     Imobilização da Coluna Cervical: Use colares cervicais ou almofadas ao redor da cabeça e pescoço para imobilizar a área e evitar lesões adicionais.

Lesões em Extremidades:

1. Imobilização com Talas: Use talas ou materiais rígidos para imobilizar as extremidades afetadas, evitando movimentos desnecessários que possam agravar as lesões.

Transporte Adequado:

Avaliação Pré-transporte:

1.     Estabilização da Vítima: Antes de movimentar a vítima, certifiquese de que as lesões estejam adequadamente imobilizadas e estabilizadas.

2.     Comunicação com a Vítima: Informe a vítima sobre os procedimentos de transporte e peça seu consentimento, se estiver consciente e capaz de responder.

Técnicas de Transporte:

1.     Macas ou Pranchas de Imobilização: Use macas ou pranchas de imobilização para transferir a vítima, mantendo-a em posição neutra e estável.

2.     Levantamento Seguro: Utilize técnicas de levantamento adequadas, como a técnica de levantamento em equipe, para mover a vítima com segurança e evitar lesões adicionais.

3.     Suporte para a Cabeça e Pescoço: Mantenha o suporte adequado para a cabeça e pescoço durante o transporte para prevenir movimentos que possam afetar a coluna vertebral.

Comunicação e Monitoramento:

1.     Comunicação Contínua: Mantenha uma comunicação clara com a equipe de transporte e a vítima durante todo o processo de transporte.

2.     Monitoramento dos Sinais Vitais: Continue

monitorando os sinais vitais da vítima durante o transporte e esteja preparado para intervir em caso de complicações.

 

Conclusão:

Imobilizar e transportar adequadamente uma vítima de trauma são passos essenciais para garantir a segurança e minimizar o risco de danos adicionais. É importante que os socorristas estejam treinados em técnicas adequadas de imobilização e transporte para fornecer cuidados eficazes e seguros para as vítimas de trauma. A prioridade é sempre garantir o bem-estar da vítima e evitar movimentos que possam piorar as lesões existentes.

Emergências Neurológicas e Intoxicações

Emergências neurológicas abrangem uma variedade de condições críticas que afetam o sistema nervoso central, exigindo uma resposta rápida e eficaz para garantir o melhor resultado possível para o paciente. Entre essas emergências estão o acidente vascular cerebral (AVC), convulsões e o reconhecimento de sinais de overdose ou envenenamento. Vamos abordar cada uma dessas situações:

Acidente Vascular Cerebral (AVC):

Sintomas:

1.     Fraqueza ou Dormência Repentina: Geralmente em um lado do corpo.

2.     Alterações na Fala: Dificuldade em falar ou entender a fala.

3.     Dificuldade na Visão: Perda súbita de visão em um ou ambos os olhos.

4.     Dor de Cabeça Severa: Muitas vezes descrita como a pior dor de cabeça que a pessoa já teve.

5.     Dificuldade de Equilíbrio ou Coordenação: Pode levar a tonturas ou perda de equilíbrio.

Atendimento Inicial:

1.     Chame por Ajuda: Ligue para o serviço de emergência médica imediatamente.

2.     Posicione o Paciente: Deite o paciente de costas com a cabeça levemente elevada.

3.     Mantenha a Calma: Tranquilize o paciente e mantenha-o calmo enquanto aguarda a chegada da ajuda médica.

Convulsões:

Sintomas:

1.     Movimentos Incontroláveis do Corpo: Como espasmos musculares, tremores ou rigidez.

2.     Perda de Consciência: A pessoa pode ficar inconsciente durante uma convulsão.

3.     Movimentos Involuntários dos Olhos: Olhos podem se mover rapidamente ou olhar fixamente em uma direção.

4.     Babar ou Espumar pela Boca: Pode ocorrer durante a convulsão.

Atendimento Inicial:

1.     Mantenha a Pessoa Segura: Afaste objetos perigosos ao redor da pessoa para evitar lesões durante a convulsão.

2.     Não Restrinja os Movimentos: Não tente segurar ou restringir os movimentos da pessoa durante a convulsão.

3.     Proteja a Cabeça: Coloque algo macio sob a cabeça da pessoa para evitar

lesões.

4.     Posicione a Pessoa de Lado: Após a convulsão, posicione a pessoa de lado para ajudar a manter as vias aéreas desobstruídas.

Overdose ou Envenenamento:

Sintomas:

1.     Alterações no Estado Mental: Confusão, sonolência extrema, agitação ou delírio.

2.     Respiração Anormal: Respiração lenta, irregular ou dificuldade para respirar.

3.     Náusea e Vômito: Podem ocorrer acompanhando a ingestão de substâncias tóxicas.

4.     Pele Pálida ou Azulada: Indicativo de falta de oxigênio no corpo.

Atendimento Inicial:

1.     Chame por Ajuda: Ligue para o serviço de emergência médica imediatamente.

2.     Posicione a Pessoa Confortavelmente: Coloque-a em uma posição confortável e, se necessário, mantenha-a de lado para prevenir aspiração de vômito.

3.     Não Administre Substâncias: Evite dar qualquer coisa para a pessoa, a menos que seja instruído por um profissional de saúde.

4.     Mantenha a Pessoa Vigilante: Monitore os sinais vitais e mantenha a pessoa acordada e alerta, se possível, até a chegada da ajuda médica.

Conclusão:

Emergências neurológicas, como AVC, convulsões e overdose/envenenamento, demandam uma resposta rápida e eficaz para minimizar danos e salvar vidas. Reconhecer os sinais e sintomas dessas condições é crucial para fornecer o atendimento inicial adequado. Sempre que uma emergência neurológica for suspeita, é fundamental chamar por ajuda médica imediatamente e agir de forma calma e decisiva enquanto aguarda a assistência especializada.

Primeiros Socorros em Intoxicações

Os primeiros socorros desempenham um papel fundamental no atendimento de pessoas que sofrem de intoxicação, seja por ingestão de substâncias tóxicas, inalação de vapores nocivos ou contato com produtos químicos.

Aqui está um guia sobre primeiros socorros em intoxicações:

Avaliação da Situação:

1.     Segurança Primeiro: Antes de tentar ajudar a vítima, certifique-se de que a área esteja segura para você. Se houver risco de exposição a substâncias tóxicas, use equipamento de proteção pessoal, como luvas, máscara e óculos de proteção.

2.     Chame por Ajuda: Ligue imediatamente para o serviço de emergência médica ou para um centro de controle de intoxicações para obter orientação especializada sobre como lidar com a situação.

Primeiros Socorros Gerais:

1.     Remoção da Vítima: Se a vítima estiver em uma área perigosa, movaa para um local seguro, mas evite expor-se a substâncias tóxicas no processo.

2.     Ventilação: Se a

intoxicação envolver inalação de vapores ou gases tóxicos, mova a vítima para um local bem ventilado e afaste-a da fonte de exposição.

3.     Remoção de Roupas Contaminadas: Se a vítima estiver com roupas contaminadas por substâncias tóxicas, remova-as imediatamente e lave a pele com água em abundância.

Intoxicação por Ingestão:

1.     Não Induza o Vômito: Não force a vítima a vomitar, pois isso pode piorar a situação em caso de ingestão de substâncias corrosivas ou cáusticas.

2.     Diluição com Água: Se a vítima ingeriu substâncias não corrosivas, ofereça água para diluir a substância e minimize a absorção no organismo.

3.     Identificação da Substância: Se possível, identifique a substância ingerida para informar ao serviço de emergência médica ou ao centro de controle de intoxicações.

Intoxicação por Inalação:

1.     Remoção da Fonte de Exposição: Afaste a vítima da fonte de inalação, se for seguro fazer isso, e leve-a para um local bem ventilado.

2.     Administração de Oxigênio: Se a vítima estiver com dificuldade respiratória, forneça oxigênio se disponível, e monitore sua respiração até a chegada da ajuda médica.

Intoxicação por Contato Dérmico:

1.     Lavagem da Pele: Lave a área afetada com água em abundância para remover a substância tóxica, e remova roupas ou acessórios que possam ter sido contaminados.

2.     Monitoramento de Sinais Vitais: Fique atento aos sinais de intoxicação, como erupções cutâneas, queimaduras ou irritações na pele, e reporte esses sinais à equipe de emergência médica.

 

Conclusão:

Os primeiros socorros em intoxicações são vitais para minimizar os danos à saúde da vítima e garantir a intervenção adequada e oportuna. É importante agir com rapidez, mas também com segurança, seguindo as orientações de profissionais de saúde ou do centro de controle de intoxicações. Lembre-se sempre de priorizar a sua segurança e a da vítima durante a prestação de socorro em situações de intoxicação.

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