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HTML 5 e CSS 3

HTML 5 E CSS 3 

 

Fundamentos do HTML5 

O que é HTML e como funciona 

 

1. Introdução ao HTML

O HTML (HyperText Markup Language) é a linguagem de marcação padrão usada para a criação e estruturação de páginas na web. Ao contrário das linguagens de programação tradicionais, como JavaScript ou Python, o HTML não executa lógica ou cálculos. Em vez disso, ele define a organização e o conteúdo de uma página, por meio de tags que indicam ao navegador como apresentar os elementos que compõem o documento, como textos, imagens, links e formulários.

O termo “hipertexto” refere-se à capacidade do HTML de conectar diferentes documentos por meio de links, criando uma navegação entre páginas de forma não linear. Já o termo “linguagem de marcação” indica que o HTML estrutura o conteúdo com base em marcas (as tags), que determinam o papel de cada parte da informação.

Uma página HTML é lida e interpretada por navegadores como Google Chrome, Mozilla Firefox ou Safari, que traduzem as marcações para exibir o conteúdo visualmente ao usuário. A simplicidade do HTML contribuiu para sua ampla adoção, permitindo a qualquer pessoa com conhecimentos básicos desenvolver e publicar conteúdo na web.

2. Linguagem de marcação: conceito e funcionamento

Linguagens de marcação, como HTML, XML e Markdown, são utilizadas para descrever a estrutura e os elementos de um documento. No HTML, cada componente da página — como um parágrafo, um título ou uma imagem — é delimitado por tags escritas entre sinais de menor e maior (por exemplo, <p> para parágrafos e <h1> para o título principal).

Essas tags geralmente aparecem em pares: uma tag de abertura (<tag>) e uma de fechamento (</tag>). Por exemplo, um parágrafo simples pode ser escrito assim:

<p>Este é um parágrafo de exemplo.</p>

Ao ser interpretado pelo navegador, o conteúdo entre as tags será exibido como um bloco de texto. A estrutura do HTML é hierárquica e aninhada, o que significa que as tags podem conter outras tags dentro delas, criando uma organização lógica e legível tanto para máquinas quanto para humanos.

3. A evolução do HTML até o HTML5

O HTML foi proposto pela primeira vez em 1991 por Tim Berners-Lee, criador da World Wide Web. Sua proposta inicial era simples: permitir que cientistas compartilhassem documentos online por meio de hipertextos. A linguagem evoluiu gradualmente, com novas versões sendo desenvolvidas para atender às crescentes demandas da web moderna.

HTML 1.0 a 4.01

As primeiras versões do HTML

continham um conjunto reduzido de tags e funcionalidades, mas foram fundamentais para o desenvolvimento da internet.

O HTML 4.01, lançado em 1999, introduziu conceitos importantes como folhas de estilo (CSS) e uma melhor separação entre conteúdo e apresentação.

XHTML

Entre 2000 e 2010, houve uma tentativa de tornar o HTML mais rigoroso por meio do XHTML (Extensible HTML), que combinava a estrutura do HTML com as regras do XML. No entanto, a complexidade do XHTML e sua rigidez limitaram sua popularidade.

HTML5

Com o avanço da web e o surgimento de novas tecnologias como vídeo em tempo real, jogos online e aplicativos interativos, surgiu a necessidade de uma linguagem mais robusta. Assim, foi lançado o HTML5, que se consolidou como o novo padrão da web.

O HTML5 trouxe melhorias significativas:

  • Suporte nativo a áudio e vídeo (<audio>, <video>)
  • Novos elementos semânticos (<header>, <footer>, <section>, <article>)
  • Maior integração com JavaScript e APIs modernas
  • Melhor suporte para dispositivos móveis e aplicações web

Essa versão tornou o desenvolvimento web mais acessível e eficiente, reduzindo a dependência de plugins externos como Flash.

4. Como funciona uma página web (cliente-servidor)

A internet funciona com base em uma arquitetura cliente-servidor. Nesse modelo, o cliente é o navegador do usuário, e o servidor é o computador remoto que armazena os arquivos do site.

Quando um usuário digita um endereço (URL) no navegador, ele está solicitando um recurso ao servidor correspondente. Esse processo segue os seguintes passos:

1.     Requisição: O navegador (cliente) envia uma requisição HTTP ao servidor solicitando um arquivo, como uma página HTML.

2.     Processamento: O servidor localiza o arquivo correspondente e envia uma resposta ao cliente, contendo o conteúdo solicitado (geralmente HTML, CSS, imagens e scripts).

3.     Renderização: O navegador interpreta o código HTML e exibe a página visualmente ao usuário, aplicando também os estilos definidos em CSS e executando scripts em JavaScript, se houver.

Esse ciclo ocorre em frações de segundo e pode envolver múltiplas requisições simultâneas, especialmente em páginas ricas em mídia ou interações dinâmicas.

A comunicação entre cliente e servidor é feita majoritariamente via protocolo HTTP (ou HTTPS, sua versão segura). Esse protocolo define as regras de troca de mensagens entre os dois lados.

Exemplo prático

Quando acessamos https://www.exemplo.com/index.html:

  • O navegador identifica o endereço do servidor correspondente ao domínio exemplo.com.
  • Envia uma requisição ao servidor pedindo o arquivo index.html.
  • O servidor responde com o conteúdo do arquivo HTML.
  • O navegador interpreta e renderiza a página, carregando também os arquivos vinculados como CSS, JavaScript e imagens.

5. Conclusão

O HTML é a espinha dorsal da web, servindo como linguagem de marcação responsável pela estrutura das páginas. Sua evolução até o HTML5 representou um grande avanço para o desenvolvimento web moderno, ao incorporar recursos multimídia e elementos semânticos que facilitam tanto a acessibilidade quanto a manutenção do código. Aliado ao CSS e ao JavaScript, o HTML constitui a base para a criação de sites interativos, acessíveis e funcionais.

Compreender o funcionamento do HTML e sua relação com o modelo cliente-servidor é essencial para qualquer profissional ou entusiasta que deseje atuar no desenvolvimento web ou compreender como a internet funciona em sua camada mais visível.

Referências Bibliográficas

  • DUCKETT, Jon. HTML and CSS: Design and Build Websites. Wiley, 2011.
  • FREEMAN, Elisabeth; ROBSON, Eric. Use a Cabeça! HTML e CSS. Alta Books, 2015.
  • CASTRO, Elizabeth; HYSLOP, Bruce. HTML5 e CSS3: Guia Prático e Visual. Alta Books, 2013.
  • MDN Web Docs – Mozilla Developer Network. Disponível em: https://developer.mozilla.org/pt-BR/docs/Web/HTML
  • W3Schools. Disponível em: https://www.w3schools.com/html

 

Estrutura Básica de uma Página HTML

 

1. Introdução

O HTML (HyperText Markup Language) é a linguagem fundamental da web, utilizada para estruturar e organizar o conteúdo apresentado nos navegadores. Cada página HTML é construída com base em uma estrutura padronizada que segue convenções reconhecidas pelos navegadores modernos. Essa estrutura é composta por elementos essenciais que orientam a renderização e a interpretação do conteúdo, como o <!DOCTYPE html>, <html>, <head> e <body>. Entender esses elementos é essencial para qualquer pessoa que deseje iniciar no desenvolvimento web.

2. A estrutura mínima de um documento HTML

Todo documento HTML deve seguir uma estrutura mínima e bem definida. Essa estrutura estabelece os blocos básicos que compõem a página e permite que os navegadores reconheçam corretamente o tipo de conteúdo e suas características. Abaixo, apresenta-se a forma mais comum de um documento HTML5 básico:

<!DOCTYPE html>

<html

lang="pt-BR">

<head>

  <meta charset="UTF-8">

  <title>Título da Página</title>

</head>

<body>

  <p>Conteúdo da página.</p>

</body>

</html>

Essa estrutura serve como ponto de partida para qualquer projeto web e será detalhada a seguir.

3. O papel de cada elemento

3.1 <!DOCTYPE html>

O <!DOCTYPE html> é a primeira linha de um documento HTML e não é uma tag, mas sim uma declaração. Ele informa ao navegador que o documento está usando a versão mais recente do HTML (HTML5). Embora não afete diretamente o conteúdo exibido, sua ausência pode levar o navegador a interpretar o código em modo de compatibilidade, causando erros de renderização.

3.2 <html>

A tag <html> é a raiz do documento e envolve todo o conteúdo da página. Ela indica ao navegador que tudo dentro dela é um documento HTML. A tag pode incluir atributos como lang, que define o idioma principal do conteúdo, auxiliando na acessibilidade e no SEO.

<html lang="pt-BR">

3.3 <head>

O elemento <head> contém informações meta sobre o documento, ou seja, dados que não são exibidos diretamente na interface da página. Entre os elementos mais comuns dentro do <head>, destacam-se:

  • <meta charset="UTF-8">: Define a codificação de caracteres, permitindo o uso de acentuação correta no texto.
  • <title>: Define o título da página, que aparece na aba do navegador.
  • Links para arquivos externos de CSS ou JavaScript também são frequentemente colocados aqui.

Exemplo:

<head>

  <meta charset="UTF-8">

  <title>Minha Primeira Página</title>

</head>

3.4 <body>

A tag <body> contém todo o conteúdo visível ao usuário: textos, imagens, botões, links, formulários, entre outros. É dentro do <body> que o desenvolvedor insere os elementos que compõem a interface da página.

Exemplo:

<body>

  <h1>Bem-vindo ao meu site!</h1>

  <p>Este é um parágrafo de exemplo.</p>

</body>

4. Inserindo conteúdo: título, parágrafos e quebras de linha

4.1 Títulos com <h1> a <h6>

HTML permite a criação de títulos com diferentes níveis de hierarquia. A tag <h1> representa o título principal, e <h6>, o menos importante.

<h1>Título Principal</h1>

<h2>Subtítulo</h2>

4.2 Parágrafos com <p>

Parágrafos de texto são inseridos com a tag <p>. Cada parágrafo é exibido em um bloco separado.

<p>Este é um parágrafo que demonstra como o HTML organiza o texto.</p>

4.3 Quebras de linha com <br>

Para inserir uma quebra de linha sem iniciar um novo parágrafo, usa-se a tag <br>, que não tem tag de fechamento.

<p>Primeira linha.<br>Segunda linha.</p>

4.4 Comentários com <!-- -->

Comentários servem para adicionar anotações no código HTML que não são exibidas na página. São úteis durante o desenvolvimento para explicar trechos de código.

<!-- Este é um comentário -->

5. Criando o primeiro arquivo HTML

Criar uma página HTML é um processo simples e direto. Basta seguir os passos abaixo:

1.     Abra um editor de texto, como o Visual Studio Code, Notepad++ ou até mesmo o Bloco de Notas.

2.     Digite a estrutura básica HTML:

<!DOCTYPE html>

<html lang="pt-BR">

<head>

  <meta charset="UTF-8">

  <title>Minha Página HTML</title>

</head>

<body>

  <h1>Olá, mundo!</h1>

  <p>Esta é minha primeira página HTML.</p>

</body>

</html>

3.     Salve o arquivo com a extensão .html, por exemplo: index.html.

4.     Abra o arquivo no navegador clicando duas vezes nele ou arrastando-o até a janela do navegador.

O navegador interpretará o código e exibirá a página formatada, com o título na aba e o conteúdo dentro da janela.

6. Considerações finais

Compreender a estrutura básica de uma página HTML é o primeiro passo para desenvolver sites e sistemas para a web. Através de elementos como <!DOCTYPE html>, <html>, <head> e <body>, o desenvolvedor estabelece a fundação sobre a qual o restante do projeto será construído. Títulos, parágrafos, quebras de linha e comentários são recursos simples, mas essenciais, que garantem legibilidade, organização e clareza ao conteúdo e ao código-fonte.

Mesmo páginas complexas e interativas começam com essa estrutura. Portanto, dominar esses conceitos é crucial para qualquer aprendizado posterior, seja com CSS, JavaScript ou frameworks mais avançados.

Referências Bibliográficas

  • DUCKETT, Jon. HTML and CSS: Design and Build Websites. Wiley, 2011.
  • FREEMAN, Elisabeth; ROBSON, Eric. Use a Cabeça! HTML e CSS. Alta Books, 2015.
  • MDN Web Docs. HTML Introduction. Disponível em: https://developer.mozilla.org/pt-BR/docs/Web/HTML
  • W3Schools. HTML Tutorial. Disponível em: https://www.w3schools.com/html


Elementos Essenciais: Listas, Links e Imagens no HTML

 

1. Introdução

O HTML é uma linguagem de marcação que organiza e estrutura o conteúdo das páginas web por meio de elementos específicos. Dentre os recursos mais comuns e essenciais ao desenvolvimento estão as listas, os hiperlinks e as imagens. Esses elementos tornam a navegação intuitiva, a leitura dinâmica e o conteúdo visualmente atrativo. Compreender

sualmente atrativo. Compreender sua utilização é fundamental para qualquer pessoa que deseje criar páginas web acessíveis e funcionais.

2. Listas no HTML: ordenadas e não ordenadas

Listas são frequentemente utilizadas para agrupar informações de forma organizada. O HTML oferece duas estruturas principais de lista:

2.1 Listas não ordenadas (<ul>)

As listas não ordenadas utilizam a tag <ul> (unordered list) e são compostas por itens marcados com símbolos gráficos, como círculos ou quadrados. Cada item da lista é representado por uma tag <li> (list item).

Exemplo:

<ul>

  <li>Maçã</li>

  <li>Banana</li>

  <li>Uva</li>

</ul>

Esse código cria uma lista com três itens, cada um precedido por um marcador padrão. Listas não ordenadas são úteis para tópicos sem hierarquia específica, como menus de navegação.

2.2 Listas ordenadas (<ol>)

Já as listas ordenadas usam a tag <ol> (ordered list), e os itens são numerados automaticamente. Isso é útil para sequências, etapas ou conteúdos hierárquicos.

Exemplo:

<ol>

  <li>Pré-aqueça o forno</li>

  <li>Misture os ingredientes</li>

  <li>Coloque no forno</li>

</ol>

O navegador exibirá os itens com números sequenciais. É possível personalizar o tipo de numeração usando o atributo type (por exemplo, type="A" para letras maiúsculas ou type="i" para números romanos).

2.3 Itens de lista (<li>)

A tag <li> representa cada elemento individual de uma lista, seja ordenada ou não. É obrigatório usar <li> dentro de <ul> ou <ol>, nunca de forma isolada. Além disso, listas podem ser aninhadas, permitindo sublistas dentro de itens:

<ul>

  <li>Frutas

    <ul>

      <li>Maçã</li>

      <li>Laranja</li>

    </ul>

  </li>

</ul>

3. Hiperlinks com <a>

Os hiperlinks, criados com a tag <a> (de “anchor”), são o principal meio de navegação na web. Eles permitem conectar páginas, documentos e recursos internos ou externos ao site.

3.1 Estrutura básica do link

<a href="https://www.exemplo.com">Visite nosso site</a>

Neste exemplo, href é um atributo obrigatório que especifica o endereço de destino (URL). O texto entre <a> e </a> será clicável.

3.2 Tipos de destino

  • Links externos: redirecionam para sites fora do domínio atual.
  • Links internos: navegam entre páginas dentro do mesmo site, como contato.html.
  • Âncoras internas: permitem saltar para seções específicas da página com id.

Exemplo de âncora interna:

<a href="#secao1">Ir para a seção 1</a>

...

<h2 id="secao1">Seção 1</h2>

3.3

Atributos úteis do <a>

  • target="_blank": abre o link em uma nova aba.
  • title="Descrição": exibe uma dica de ferramenta ao passar o mouse.

Exemplo com atributos:

<a href="https://www.exemplo.com" target="_blank" title="Site Exemplo">Clique aqui</a>

O uso consciente de links melhora a usabilidade e a acessibilidade da página, fatores valorizados em boas práticas de desenvolvimento web.

4. Inclusão de imagens com <img>

A imagem é um dos recursos mais importantes para tornar as páginas mais informativas e visualmente agradáveis. No HTML, a exibição de imagens é feita pela tag <img>, que não possui tag de fechamento.

4.1 Estrutura da tag <img>

<img src="imagem.jpg" alt="Descrição da imagem">

  • src: indica o caminho do arquivo da imagem (pode ser local ou URL).
  • alt: texto alternativo exibido se a imagem não carregar ou por leitores de tela (essencial para acessibilidade).

4.2 Formatos suportados

Os formatos mais comuns suportados por navegadores incluem .jpg, .png, .gif, .svg e .webp. A escolha do formato deve considerar qualidade, tamanho e tipo de imagem (fotografia, ícone, transparência etc.).

4.3 Atributos adicionais

  • width e height: definem a dimensão da imagem em pixels ou porcentagem.
  • title: exibe um texto ao passar o cursor sobre a imagem.

Exemplo completo:

<img src="logo.png" alt="Logotipo da empresa" width="200" height="100" title="Nossa marca">

4.4 Caminhos relativos e absolutos

  • Relativo: o caminho é baseado na estrutura de pastas do site (imagens/foto.jpg).
  • Absoluto: caminho completo com domínio incluído (https://site.com/imagens/foto.jpg).

5. Boas práticas e acessibilidade

Ao utilizar listas, links e imagens, é importante seguir boas práticas que garantam não apenas um código limpo, mas também uma experiência inclusiva ao usuário:

  • Sempre utilize o atributo alt nas imagens.
  • Dê nomes significativos aos textos de links (evite "clique aqui").
  • Estruture listas de forma lógica e sem excesso de aninhamento.
  • Use links internos para melhorar a navegação em páginas longas.
  • Mantenha um padrão de organização dos arquivos de imagem em pastas específicas.

Esses cuidados ajudam a criar sites mais acessíveis, compreensíveis e funcionais para todos os usuários.

6. Conclusão

Listas, links e imagens são recursos indispensáveis na criação de qualquer página HTML. Saber utilizá-los corretamente garante maior clareza, navegabilidade e atratividade às páginas web.

As listas organizam informações, os links conectam conteúdos e as imagens enriquecem visualmente a experiência do usuário. Dominar esses elementos é fundamental para avançar no aprendizado de desenvolvimento web e na criação de sites cada vez mais interativos e acessíveis.

Referências Bibliográficas

  • DUCKETT, Jon. HTML and CSS: Design and Build Websites. Wiley, 2011.
  • FREEMAN, Elisabeth; ROBSON, Eric. Use a Cabeça! HTML e CSS. Alta Books, 2015.
  • CASTRO, Elizabeth. HTML5 e CSS3: Guia Prático e Visual. Alta Books, 2013.
  • MDN Web Docs – Mozilla Developer Network. Disponível em: https://developer.mozilla.org/pt-BR/docs/Web/HTML
  • W3Schools. Disponível em: https://www.w3schools.com/html

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