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Noções Básicas em Acesso Venoso Profundo

 NOÇÕES BÁSICAS EM ACESSO VENOSO PROFUNDO

 

Fundamentos do Acesso Venoso Profundo 

Introdução ao Acesso Venoso Profundo

 

O acesso venoso profundo é uma técnica essencial na prática médica e de enfermagem, utilizada para administração de medicamentos, nutrição parenteral, hemodiálise, reposição volêmica e monitoramento hemodinâmico. Esse procedimento é amplamente aplicado em unidades de terapia intensiva (UTI), oncologia, hemodiálise e cirurgia de grande porte, garantindo uma via segura e de longa duração para a infusão de substâncias no organismo.

Definição e Importância do Acesso Venoso Profundo

O acesso venoso profundo consiste na inserção de um cateter em veias de grande calibre, como a veia subclávia, jugular interna ou femoral. Esse procedimento é indicado quando o paciente necessita de uma via de acesso duradoura e confiável para administração de fluidos e medicamentos que podem causar irritação ou necrose em veias periféricas, como quimioterápicos e soluções hipertônicas.

A importância do acesso venoso profundo está na sua capacidade de permitir infusões de alto volume, administração de múltiplos medicamentos simultaneamente e monitoramento de parâmetros hemodinâmicos, como a pressão venosa central (PVC). Além disso, a escolha de um cateter venoso profundo reduz a necessidade de punções repetidas, minimizando o risco de dor e desconforto para o paciente (HADAWAY, 2011).

Indicações e Contraindicações

Indicações:

O acesso venoso profundo é indicado em diversas situações clínicas, tais como:

  • Administração prolongada de medicamentos e soluções irritantes;
  • Infusão de nutrição parenteral total (NPT);
  • Monitoramento da pressão venosa central;
  • Acesso venoso para pacientes em estado crítico ou choque hipovolêmico;
  • Procedimentos de hemodiálise e plasmaférese;
  • Quimioterapia de longa duração (LOPES et al., 2015).

Contraindicações:

Embora seja um procedimento seguro quando realizado por profissionais treinados, há contraindicações relativas e absolutas que devem ser consideradas:

  • Coagulopatias severas (risco aumentado de sangramento);
  • Infecção local no sítio de inserção;
  • Trombose venosa profunda prévia na veia-alvo;
  • Anatomia alterada que dificulte a punção;
  • Pneumotórax contralateral recente, no caso de punção da veia subclávia (MOLINA; SANTOS, 2020).

A avaliação clínica do paciente é essencial antes da realização do procedimento, considerando os riscos e benefícios

individuais.

Estruturas Anatômicas Envolvidas

O sucesso do acesso venoso profundo depende do conhecimento detalhado da anatomia vascular. As principais veias utilizadas para a inserção de cateteres são:

1. Veia Subclávia

  • Localizada abaixo da clavícula e sobre a primeira costela.
  • Principalmente utilizada em cateteres de longa permanência.
  • Vantagens: Menor risco de infecção em comparação à veia femoral.
  • Desvantagens: Maior risco de pneumotórax devido à proximidade com o ápice do pulmão (BRASILEIRO et al., 2018).

2. Veia Jugular Interna

  • Localiza-se lateralmente à artéria carótida comum e ao nervo vago.
  • Acesso frequente em emergências devido à localização superficial.
  • Vantagens: Menor risco de pneumotórax.
  • Desvantagens: Maior risco de punção inadvertida da artéria carótida (RIVERA; ZAGO, 2021).

3. Veia Femoral

  • Localizada na região inguinal, medialmente à artéria femoral.
  • Utilizada em casos de necessidade rápida de acesso, como em emergências.
  • Vantagens: Inserção mais simples e menor risco de complicações pulmonares.
  • Desvantagens: Maior risco de infecção devido à proximidade com a região perineal (LOPES et al., 2015).

A seleção da via de acesso deve considerar fatores como risco de infecção, complicações anatômicas e necessidade clínica do paciente. A utilização do ultrassom para guiar a punção tem se mostrado uma técnica eficaz para aumentar a taxa de sucesso e reduzir complicações associadas ao procedimento (MOLINA; SANTOS, 2020).

Conclusão

O acesso venoso profundo é um procedimento de extrema importância na prática médica, oferecendo segurança e viabilidade para o tratamento de pacientes críticos. A escolha do local de punção deve ser baseada na condição clínica do paciente, na experiência do profissional e na disponibilidade de recursos, como ultrassonografia para guiar a inserção do cateter. Além disso, a adesão a protocolos de prevenção de infecções e monitoramento contínuo do acesso são fundamentais para garantir a segurança e a eficácia do procedimento.

Referências

  • BRASILEIRO, G. A.; SOUZA, R. T.; FERREIRA, L. A. Anatomia vascular aplicada à prática clínica. Revista Brasileira de Cirurgia, v. 45, n. 3, p. 221-234, 2018.
  • HADAWAY, L. Central venous catheters: how to reduce complications and improve patient outcomes. British Journal of Nursing, v. 20, n. 14, p. S18-S24, 2011.
  • LOPES, C. C.; SANTOS, M. A.; OLIVEIRA, F.
  • C. C.; SANTOS, M. A.; OLIVEIRA, F. C. Princípios básicos do acesso venoso profundo. Revista de Enfermagem Avançada, v. 12, n. 1, p. 45-57, 2015.
  • MOLINA, R. A.; SANTOS, P. R. Uso do ultrassom na punção de acesso venoso profundo: revisão de literatura. Revista Brasileira de Medicina Intensiva, v. 26, n. 2, p. 78-85, 2020.
  • RIVERA, J. P.; ZAGO, M. A. Técnicas e complicações do acesso venoso profundo: revisão sistemática. Jornal de Medicina Clínica, v. 36, n. 4, p. 305-320, 2021.


Materiais e Equipamentos Utilizados no Acesso Venoso Profundo

 

O acesso venoso profundo é um procedimento essencial na prática clínica, especialmente em pacientes que necessitam de administração contínua de fluidos, medicamentos ou monitoramento hemodinâmico. Para garantir a segurança e eficácia do procedimento, é fundamental compreender os tipos de cateteres disponíveis, a seleção do material adequado e os cuidados com a esterilidade e o manuseio dos dispositivos.

Tipos de Cateteres Venosos Centrais

Os cateteres venosos centrais (CVCs) são dispositivos inseridos em veias de grande calibre, permitindo a administração de substâncias diretamente na circulação central. Eles são classificados de acordo com a finalidade, a via de inserção e o tempo de permanência.

1. Cateteres Venosos Centrais de Curta Permanência

Esses cateteres são utilizados para internações de curta duração e são inseridos por punção direta na veia subclávia, jugular interna ou femoral.

  • Exemplo: Cateter venoso central não tunelizado
  • Indicação: Administração de fluidos, nutrição parenteral e monitoramento da pressão venosa central
  • Vantagem: Rápida inserção
  • Desvantagem: Maior risco de infecção e trombose (PICCININI et al., 2018)

2. Cateteres de Longa Permanência

Utilizados quando há necessidade de acesso venoso por períodos prolongados, esses dispositivos são inseridos cirurgicamente ou por técnica minimamente invasiva.

  • Cateter Tunelizado (Hickman, Broviac, Groshong): Possui um túnel subcutâneo que reduz o risco de infecção.
  • Cateter de Port-a-Cath (Reservatório Subcutâneo): Indicado para quimioterapia e terapias prolongadas, minimiza infecções e facilita a mobilidade do paciente (HADAWAY, 2011).
  • Cateter Central de Inserção Periférica (PICC): Inserido em veias do braço e avançado até a veia cava superior, sendo uma alternativa menos invasiva para tratamentos prolongados.

Cada tipo de

cateter deve ser selecionado conforme as necessidades do paciente e os riscos envolvidos.

Seleção do Material Adequado

A escolha do material do cateter influencia diretamente na compatibilidade com o organismo, na durabilidade e no risco de complicações. Os principais materiais utilizados incluem:

1. Poliuretano

  • Alta resistência mecânica
  • Boa flexibilidade
  • Menor risco de trombose em comparação ao PVC
  • Exemplo: Cateteres venosos centrais de curta duração (MOLINA; SANTOS, 2020)

2. Silicone

  • Material mais flexível, reduzindo trauma vascular
  • Indicado para cateteres de longa permanência
  • Baixo risco de trombose e compatibilidade com fármacos variados

3. Polietileno

  • Utilizado em cateteres de curta permanência
  • Menor flexibilidade em comparação ao silicone
  • Maior risco de trombose e complicações vasculares (LOPES et al., 2015)

A seleção do cateter deve considerar fatores como tempo de uso, compatibilidade com medicamentos e risco de infecção. O uso de cateteres revestidos com antibióticos ou impregnados com heparina pode reduzir complicações, especialmente em pacientes críticos.

Cuidados com a Esterilidade e Manuseio

A correta manipulação dos cateteres venosos centrais é essencial para prevenir complicações como infecções da corrente sanguínea associadas a cateter (ICSRC). Para isso, são adotadas medidas rigorosas de assepsia, incluindo:

1. Técnicas de Inserção Estéril

  • Higienização das mãos antes do procedimento
  • Uso de campo estéril, gorro, máscara, avental e luvas estéreis
  • Antissepsia da pele com clorexidina alcoólica 2%
  • Evitar múltiplas punções e realizar o procedimento com auxílio de ultrassom quando possível (RIVERA; ZAGO, 2021)

2. Cuidados com a Manutenção do Cateter

  • Troca de curativos de maneira asséptica
  • Limpeza do sítio de inserção a cada 48 horas ou sempre que houver sujidade
  • Troca de equipos e conectores conforme protocolos institucionais
  • Evitar manipulações desnecessárias do dispositivo para reduzir o risco de contaminação

3. Prevenção de Infecções e Complicações

  • Uso de técnica de troca asséptica ao conectar e desconectar equipos
  • Lavagem das mãos antes e após qualquer manipulação do cateter
  • Monitoramento diário do sítio de inserção para detecção precoce de sinais de infecção ou trombose

O treinamento contínuo das equipes de saúde na adesão aos protocolos de segurança é fundamental para reduzir as

taxas de infecção e outras complicações associadas ao uso de cateteres venosos centrais.

Conclusão

Os materiais e equipamentos utilizados no acesso venoso profundo desempenham um papel crucial na segurança e eficácia do procedimento. A escolha do tipo de cateter deve levar em consideração o tempo de uso, as necessidades clínicas do paciente e os riscos envolvidos. Além disso, a adoção de medidas rigorosas de assepsia e a correta manipulação dos dispositivos são fundamentais para minimizar complicações.

O uso de novas tecnologias, como cateteres revestidos com substâncias antimicrobianas e técnicas guiadas por ultrassom, tem contribuído para a redução de riscos e melhorado a prática clínica.

Referências

  • HADAWAY, L. Central venous catheters: how to reduce complications and improve patient outcomes. British Journal of Nursing, v. 20, n. 14, p. S18-S24, 2011.
  • LOPES, C. C.; SANTOS, M. A.; OLIVEIRA, F. C. Princípios básicos do acesso venoso profundo. Revista de Enfermagem Avançada, v. 12, n. 1, p. 45-57, 2015.
  • MOLINA, R. A.; SANTOS, P. R. Uso do ultrassom na punção de acesso venoso profundo: revisão de literatura. Revista Brasileira de Medicina Intensiva, v. 26, n. 2, p. 78-85, 2020.
  • PICCININI, F.; ROSSI, T.; ALMEIDA, J. Cateter venoso central e complicações: uma revisão sistemática. Revista Brasileira de Cirurgia Vascular, v. 34, n. 3, p. 214-230, 2018.
  • RIVERA, J. P.; ZAGO, M. A. Técnicas e complicações do acesso venoso profundo: revisão sistemática. Jornal de Medicina Clínica, v. 36, n. 4, p. 305-320, 2021.


Técnicas de Punção Venosa Profunda

 

A punção venosa profunda é um procedimento invasivo amplamente utilizado em diversas situações clínicas, como administração de medicamentos, nutrição parenteral, hemodiálise e monitoramento hemodinâmico. Para garantir a segurança e eficácia do procedimento, é fundamental compreender os métodos de acesso, as técnicas de assepsia e antissepsia, além das principais complicações associadas à inserção do cateter venoso central (CVC).

Métodos de Acesso Venoso Profundo

O acesso venoso profundo pode ser realizado por diferentes abordagens, sendo as principais: veia subclávia, veia jugular interna e veia femoral. A escolha do sítio de punção deve levar em consideração a condição clínica do paciente, a urgência do procedimento e os riscos de complicações.

1. Acesso pela Veia Subclávia

  • Localizada abaixo da clavícula, sobre a
  • primeira costela.
  • Técnica utilizada para cateteres de longa permanência, como cateteres tunelizados e Port-a-Cath.
  • Vantagens: Menor risco de infecção em comparação ao acesso femoral; maior conforto para o paciente.
  • Desvantagens: Risco aumentado de pneumotórax e hematomas.

Técnica de inserção:

1.     Posição do paciente em decúbito dorsal com um coxim sob os ombros.

2.     Antissepsia da região com clorexidina alcoólica 2% e colocação de campos estéreis.

3.     Identificação da veia subclávia por palpação anatômica ou ultrassom.

4.     Punção com agulha calibrosa e aspiração de sangue venoso para confirmação.

5.     Introdução do fio-guia e dilatação do trajeto com a cânula dilatadora.

6.     Inserção do cateter e fixação com sutura (LOPES et al., 2015).

2. Acesso pela Veia Jugular Interna

  • Situada lateralmente à artéria carótida comum, no pescoço.
  • Preferida em situações de emergência devido à localização superficial e fácil compressão em caso de sangramento.
  • Vantagens: Menor risco de pneumotórax em relação à via subclávia; facilidade de punção guiada por ultrassom.
  • Desvantagens: Risco de punção inadvertida da artéria carótida; desconforto para o paciente.

Técnica de inserção:

1.     Paciente em posição supina, com a cabeça levemente rodada para o lado oposto da punção.

2.     Identificação da veia jugular com ultrassom ou palpação anatômica.

3.     Antissepsia rigorosa e uso de campos estéreis.

4.     Punção com agulha e aspiração de sangue venoso.

5.     Passagem do fio-guia, dilatação do trajeto e inserção do cateter (RIVERA; ZAGO, 2021).

3. Acesso pela Veia Femoral

  • Localizada na região inguinal, medialmente à artéria femoral.
  • Utilizada em emergências e em pacientes com contraindicação para acesso torácico.
  • Vantagens: Técnica mais simples; menor risco de complicações pulmonares.
  • Desvantagens: Maior risco de infecção e trombose devido à proximidade com a região perineal.

Técnica de inserção:

1.     Paciente em decúbito dorsal com perna ligeiramente abduzida.

2.     Antissepsia da região inguinal com clorexidina alcoólica 2%.

3.     Identificação da veia femoral por palpação ou ultrassom.

4.     Punção, aspiração de sangue venoso, passagem do fio-guia e inserção do cateter (MOLINA; SANTOS, 2020).

Técnicas de Assepsia e Antissepsia

A prevenção de infecções associadas ao cateter venoso central (ICSRC) é uma prioridade na prática clínica.

de infecções associadas ao cateter venoso central (ICSRC) é uma prioridade na prática clínica. A implementação de protocolos rigorosos de assepsia e antissepsia reduz significativamente o risco de complicações infecciosas.

1. Higienização das Mãos

  • Realizar a higiene das mãos com solução alcoólica ou água e sabão antes do procedimento.

2. Preparação do Campo Operatório

  • Utilização de gorro, máscara, avental estéril e luvas estéreis.
  • Posicionamento de campos estéreis ao redor da área de inserção.

3. Antissepsia da Pele

  • Aplicação de clorexidina alcoólica 2% no sítio de punção.
  • Aguardar a secagem completa antes de iniciar o procedimento.

4. Técnica de Inserção Estéril

  • Evitar contato do cateter com superfícies não estéreis.
  • Manter manipulação mínima após inserção.
  • Após a inserção, realizar a fixação do cateter e cobertura com curativo estéril (HADAWAY, 2011).

Principais Complicações na Inserção

A punção venosa profunda, apesar de ser um procedimento seguro quando realizado por profissionais treinados, pode apresentar complicações imediatas ou tardias.

1. Complicações Imediatas

  • Pneumotórax: Ocorre principalmente na punção da veia subclávia. Pode ser prevenido com o uso de ultrassom e punção cuidadosa.
  • Punção Arterial: Pode ocorrer acidentalmente na veia jugular interna e femoral, levando a hematomas ou hemorragia.
  • Hematoma: Pode ser minimizado com compressão imediata e adequada após retirada da agulha.

2. Complicações Tardias

  • Infecção da corrente sanguínea: Associada a falhas na técnica de inserção e manipulação inadequada do cateter. Pode ser reduzida com a troca regular do curativo e assepsia rigorosa.
  • Trombose venosa: Formação de coágulos no cateter, dificultando o fluxo sanguíneo. O uso de anticoagulantes pode ser necessário.
  • Embolia aérea: Ocorre quando ar entra no sistema venoso durante a inserção ou remoção do cateter. Deve-se manter o paciente em posição de Trendelenburg e oclusão da extremidade aberta do cateter (LOPES et al., 2015).

Conclusão

A punção venosa profunda é uma técnica essencial na prática clínica e deve ser realizada com rigor técnico para evitar complicações. A escolha do método de acesso depende de diversos fatores, incluindo a condição do paciente e a necessidade do procedimento. O uso de ultrassom tem se mostrado uma estratégia eficaz para aumentar a taxa de sucesso e reduzir riscos.

venosa profunda é uma técnica essencial na prática clínica e deve ser realizada com rigor técnico para evitar complicações. A escolha do método de acesso depende de diversos fatores, incluindo a condição do paciente e a necessidade do procedimento. O uso de ultrassom tem se mostrado uma estratégia eficaz para aumentar a taxa de sucesso e reduzir riscos. Além disso, a adesão estrita a protocolos de assepsia e a capacitação dos profissionais são fundamentais para garantir a segurança do paciente.

Referências

  • HADAWAY, L. Central venous catheters: how to reduce complications and improve patient outcomes. British Journal of Nursing, v. 20, n. 14, p. S18-S24, 2011.
  • LOPES, C. C.; SANTOS, M. A.; OLIVEIRA, F. C. Princípios básicos do acesso venoso profundo. Revista de Enfermagem Avançada, v. 12, n. 1, p. 45-57, 2015.
  • MOLINA, R. A.; SANTOS, P. R. Uso do ultrassom na punção de acesso venoso profundo: revisão de literatura. Revista Brasileira de Medicina Intensiva, v. 26, n. 2, p. 78-85, 2020.
  • RIVERA, J. P.; ZAGO, M. A. Técnicas e complicações do acesso venoso profundo: revisão sistemática. Jornal de Medicina Clínica, v. 36, n. 4, p. 305-320, 2021.

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