Adestramento 6 Dicas
Rápidas
Entenda como o adestramento funciona e quais são os seus principais benefícios
Sentar, deitar, dar a pata e fingir de morto. Esses são os
truques mais lembrados quando o assunto é adestramento. São atividades
executadas em repetição com o cachorro, a fim de condicioná-lo a obedecer a
comandos e ter respeito ao seu dono.
Os cães só tem dois tipos de relação com os humanos, a de
dominante e a de dominado, então desde o início você deve mostrar quem manda
para o cãozinho, o começo do adestramento para cães, se dá com estímulos
negativos em caso de atitudes erradas e positivas quando fizerem o que o dono
quer, aprender o não é essencial para um bom adestramento futuro.
Mais do que exercícios para ensinar truques simpáticos para
fazer com o cão, o adestramento visa principalmente a educação do cachorro. Do
mesmo jeito que crianças precisam aprender a respeitar e obedecer aos seus
pais, os cães também devem passar por esse processo de aprendizagem. Os truques
básicos de adestramento servem apenas para exercitar a obediência do cão.
É ideal que o adestramento comece com o cão ainda filhote,
pois é a fase da construção dos hábitos do animal, de modo que qualquer
comportamento equivocado que o cachorro venha a ter já seja corrigido antes de
ele entrar na fase adulta.
A primeira coisa a ser aprendida é o significado do “não”, do
“muito bem” e do “aqui”, o cachorro precisa saber o que pode fazer, o que não
pode e onde ele deve ficar.
Táticas interessantes de adestramento são a recompensa com
petiscos, para quando o cão faz o que foi mandado, e o “não” junto com segurar
com força a pele da parte de trás do pescoço do cachorro quando for necessário
repreender. A repetição é a chave do adestramento.
É importante lembrar que o adestramento não pode incluir:
bater no cão; prendê-lo a maior parte do tempo; deixá-lo sozinho e longe de
contato com todas as pessoas da casa; provocar o cão ou gritar e se exaltar com
ele. O cachorro precisa ter contato com todos os moradores da casa, para sempre
reconhecê-los e respeitá-los.
• Fazer truques: segure um petisco na
frente do focinho do cachorro. Para ele sentar, vá levantando a mão até que ele
se canse de tentar pegar a comida e se sente. Para ele deitar, vá abaixando a
mão até que ele fique deitadinho. Apenas dê o petisco se ele acertar o comando.
• Para latir menos: latido em excesso é
sinal de agitação. Crie atividades que consumam a energia do cão, como passeios ou uma garrafa de plástico cheia petiscos e com furos que ele use para pescar a comida. Lembrando que sempre que ele latir fazer estímulos negativos para que saiba o que você não quer q ele faça.
• Como não pular nas pessoas: quando o
cachorro pular, pise na coleira ou borrife água na direção do rosto dele (não
dentro do focinho), o incômodo vai fazê-lo parar.
• Para não roubar a comida da mesa:
enrole uma ponta de fio de náilon em um prato na mesa e amarre a outra em uma
lata cheia de moedas, no chão. Quando o cachorro atacar a comida, o barulho da
lata o assustará e isso irá evitar outras investidas.
• Para não comer cocô: o primeiro passo é
levar o cão ao veterinário, pois ele pode estar doente. Se o caso for apenas
comportamental, será necessário o seu condicionamento.
• Para parar de “encoxar” as pessoas:
esse é um dos comportamentos mais desagradáveis – e constrangedores – que os
cães podem ter, e a solução para eles é bronca. Não pode ser da pessoa que está
sendo encochada, pois o cão pode ficar agressivo. Se outra pessoa o recriminar,
ele entenderá que fez algo errado.
Além de tudo isso, é importante que o dono seja firme nas
decisões, sempre cumprindo com as regras que forem impostas ao cão. Os planos
da casa sempre devem levar o cãozinho em consideração. No caso de viagens, é
fundamental que seja pensado o que fazer com o cão no período que não tiver
ninguém em casa, seja reservar um hotel para cachorros ou pedir para alguém de
confiança cuidar do animal.
Treino é importante para o treinamento do seu cão e, mais uma
vez, é preciso que todos os membros da casa participem do adestramento para dar
tudo certo!
Nos dias de hoje, é até difícil falar em adestramento sem
citar um dos acessórios mais usado nesse tipo de ensino: o clicker.
Utilizado para ensinar comandos, truques, regras de obediência e até no
treinamento de cães que praticam esportes da agilidade ou dança, o clicker tem
provado ser uma ótima ferramenta de ajuda nos processos de adestramento.
Vale lembrar que nenhum tipo de acessório é capaz de
substituir os carinhos no cachorro pode lhe dar como recompensa; no entanto, o
clicker tem sido cada vez mais usado pelos que desejam ensinar algo para aos
cães – e também pelos próprios adestradores, que já sabem o quão eficiente pode
ser esse instrumento.
Emitindo um pequeno “click”
quando acionado, o clicker tem como principal função a de
alertar o cachorro em aprendizado sobre suas conquistas e respostas corretas.
Na hora de ensinar um cão a sentar, por exemplo, o acessório é acionado no
preciso momento em que o cão realiza a ação com sucesso – indicando que ele
obedeceu corretamente ao que lhe era solicitado.
Embora seja uma ferramenta extremamente poderosa para o
adestramento de cachorros, o clicker também pode ser usado de maneira errada
por muitos com facilidade, atrapalhando o processo de aprendizado e compreensão
do animal. Caso o detentor do instrumento esteja ensinando o cão a sentar e, ao
invés de acioná-lo no exato momento em que o cão senta, faça o barulho quando
ele já sentou e começa a levantar, o animal pode entender que a ação de
levantar é o comando requisitado.
Portanto, é importante lembrar que a emissão do click deve
ser feita de maneira precisa para que o adestramento funcione com eficiência –
e possa ser usado para mais uma série de tipos de treinamento, como os que
envolvem cães que participam de competições ou esportes que envolvam
coreografias específicas de dança e a superação de obstáculos.
Na realidade, o som emitido pelo aparelho funciona, no
processo de adestramento, como mais um ponto positivo para o cão e uma promessa
de recompensa, substituindo os tão usados e famosos petiscos. Com isso em
mente, fica fácil deduzir que, para que um cão identifique esse barulho
específico como tal, ele deve ser condicionado a isso – e essa é uma tarefa que
deve ser realizada pelo dono do animal (ou seu treinador)
antes que o adestramento seja iniciado.
Embora seja algo que requer uma preparação, a associação
do som do cliker com recompensas não
é uma tarefa difícil de se cumprir, conforme demonstrado a seguir:
• Chame
a atenção do animal e mostre para ele que receberá algum tipo de recompensa
(como petiscos ou carinhos)
• Acione
o barulho emitido pelo clicker e, em seguida, dê ao cachorro a recompensa
prometida
• Repita
esse processo diversas vezes, até que o animal compreenda que o barulho de
“click” que escuta é positivo
A partir disso, o animal já consegue entender que a busca por
aquele som é uma espécie de desafio que lhe rende uma série de recompensas –
facilitando o processo de aprendizado nos adestramentos que têm o acessório
como ferramenta de ajuda.
Em todo e qualquer tipo de treinamento que envolva animais, é fundamental lembrar que nenhum tipo
de treinamento que envolva
animais, é fundamental lembrar que nenhum tipo de violência ou agressão deve
ser usado como método; já que isso, além de prejudicar o bichinho, também pode
fazer como que ele se torne extremamente agressivo e até traumatizado. Esta é
uma das principais bases do adestramento inteligente de cães: técnica que se
torna, a cada dia, mais respeitada e adotada pelos donos de cachorros
bagunceiros.
Fazendo o uso de recompensas e reforço positivos para
ajudar o processo de aprendizado e compreensão dos cachorros, o adestramento
inteligente também pode influir nos proprietários dos animais de maneira
significativa – ensinando-os a lidar com os animais de maneira pacífica, calma
e clara (fatores que influenciam de maneira extremamente positiva no
aprendizado do pet).
Podendo ser aplicado em cachorros de todos os tipos de raça e
idade, o método inteligente de adestramento é capaz de ensinar comandos até
mesmo para cães idosos – que, na maioria das vezes, apresentam uma resistência
maior a obedecer a comandos específicos – embora qualquer tipo de treinamento
obtenha resultados mais rápidos e visíveis quando os cães o iniciam ainda na
fase em que são filhotes.
Cuidando de Gatos
Os gatos são animais extremamente limpos durante o dia eles
gastam horas “tomando banho de gato” não é mesmo? Então com o ambiente que eles
vivem é a mesma coisa.
Sendo assim limpe sempre a caixa de areia do gato pelo menos
uma vez por dia e troque a areia por completo sempre que necessário ou de
acordo com a indicação do fabricante da área.
A escovação dos pelos dos gatos é importante, pois diminui a
ingestão de pelos durante o “banho de gato” além de manter o pelo mais bonito e
É importante buscar no mercado Pet uma escova apropriada para os pelos
importante buscar no mercado Pet uma escova apropriada para
os pelos felinos, hoje em dia existem de vários modelos e valores.
Sempre escutamos que somos o que comemos não é mesmo?
E é a mais pura verdade, não seria diferente para os bichanos,
converse com o veterinário do gato e busque a melhor ração possível.
Esse cuidado com a alimentação evitará muitas possíveis
doenças futuras.
Os gatos gostam muito de brincar, é importante que o tutor
busque estimular o gato com brincadeiras para que o gato se divirta e ao mesmo
tempo pratique exercícios físicos e gaste sua energia.
Por natureza os gatos não costumam gostar de água parada,
eles gostam de tomar água corrente. Se você perceber que seu gatinho não está
tomando água suficiente providencie uma fonte de água ideal para Pets, hoje me
dia existem muitas opções no mercado.
Mantenha a água sempre limpa, fresca, protegida do sol e
coloque o potinho em um local onde o gatinho costuma passar, isso estimulará o
gatinho a tomar mais água.
Uma dica também muito importante é colocar o potinho de água
longe do potinho de ração, pois na natureza os felinos não se alimentam na
mesma área que bebem água.
No Brasil existe uma cultura que diz que os gatos são animais
independentes, mas para sair de casa sozinhos com certeza eles não são.
Existem muitos perigos nas ruas infelizmente como, por
exemplo, atropelamento, ataques de cachorro, envenenamento, doenças perigosas
que eles podem adquirir nas ruas como Fiv e Felv, ataques feitos pela população
e infelizmente muito outros perigos.
Um gato que vive protegido dentro de casa vive melhor e muito
mais que um gato que tem acesso a rua. O gato precisa ficar seguro dentro de
casa e é responsabilidade do tutor garantir a segurança do bichano, diga não as
voltinhas.
Antigamente era comum deixar o gato brincar com materiais que
não eram apropriados como, por exemplo, o novelo de lã, mas hoje em dia já se
sabe que esse material representa risco a vida dos bichanos.
Sendo assim cuidado com os brinquedos não apropriados para
gatos, eles podem engolir e isso pode geral um problema sério de saúde. Busque
sempre brinquedos indicados para gatos.
O primeiro passo
sobre como falar com gatos:
Para melhorar a comunicação com os pets, o primeiro passo é
saber como entendê-los. Um olhar atento é capaz de perceber as mensagens que os
bichanos passam.
“Os miados, a
postura corporal e o movimento da cauda são os principais elementos utilizados
na comunicação”. Conhecer esses sinais é muito importante quando falamos sobre
como falar com gatos. Afinal, o objetivo é estabelecer uma melhor comunicação
e, para isso, é fundamental compreender as respostas dos bichanos.
O miado é, talvez, a forma de comunicação mais conhecida dos
gatos. Mas você sabia que cada tipo de miado tem um significado diferente? Para
aprender a falar com gatos, é importante aprender o que cada um quer
dizer:
• Miado curto: uma pequena saudação, como
um “oi” ou “olá”;
• Muitos miados curtos: sinal de alegria
e felicidade;
• Miado longo e baixo: um pedido,
geralmente comida ou água,
• Miado longo e alto: uma chamada de
atenção, geralmente quando o bichano está irritado.
A posição do corpo do bichano também diz muito sobre seu
humor. Fique atento a esses sinais para saber como falar a língua dos gatos. Assim, você entende a mensagem que o
pet está tentando passar e conseguirá atendê-lo sem grandes dificuldades.
Sentado:
tranquilo e calmo;
Sobre
as quatro patas: atento e interessado, Corpo
arqueado: com medo e agressivo.
Por fim, para aprender como falar com um gato é fundamental
saber observar a cauda do bichano. Ela dá dicas sobre o humor e o estado de
saúde do pet. Nesse caso, você perceberá o que incomoda ou não o amigo peludo:
• Rabo ereto: preocupado e ansioso;
• Rabo relaxado e com movimentos longos: tranquilo, • Rabo
relaxado e com movimentos curtos: animado.
Os bichanos podem até não entender português, mas eles
conseguem perceber muita coisa pela entonação da voz. Por isso, é importante
estar atento a esse quesito na hora de conversar com gato.
Uma fala baixa e suave vai mostrar para ele que está tudo
bem, deixando-o mais calmo e acessível. Sendo assim, esse tipo de conversa é
ótimo para momentos de carinho e diversão.
Entretanto, se o gato ouvir uma voz mais alta e agressiva, pode pensar que há algo errado! Dessa forma, vai ficar mais
intimidado e assustado. Por isso, é importante estabelecer qual a mensagem que você pretende passar e adequar seu tom de voz à sua intenção.
Muita gente acredita que os bichanos não respondem aos seus
tutores. Isso não passa de um mito, “Os gatos podem, sim, atender a certas
ordens e, inclusive, respondem ao próprio nome”. Porém, é de extrema
importância o reforço positivo nesse processo.
“Se não houver reforço, é difícil conseguir uma resposta do
felino”. Para atingir o resultado esperado, faça o seguinte exercício: chame o
peludo e, quando ele responder, agrade-o com carinho ou com um petisco. Em
pouco tempo, você aprenderá como falar com seu gato e ele estará atendendo aos
chamados naturalmente!
Ao estabelecer um processo de comunicação com o felino, é
importante ter palavras-chave cujo significado ele compreenda bem. O “não” é um
bom exemplo.
Porém, a importância de falar esse termo de forma simples,
clara e decidida. Se quando o pet faz algo errado ele ouve: “não”, “sai” e
“passa”, ele ficará confuso sobre esses comandos. Porém não é preciso gritar ou
ter agressividade. Basta um não forte, claro e firme para o bichano entender a
mensagem.
Outro ponto importante quando pensamos como falar com gatos é
a postura corporal. Precisamos lembrar que somos bem maiores que os bichanos.
Por isso, um movimento brusco ou uma postura ameaçadora podem intimidar o
bichano.
Para evitar problemas, é recomendado falar na altura do pet. Dessa forma, ele não se sentirá ameaçado e estará mais aberto ao diálogo. Também fique atento ao fazer carinho no peludo. Aproxime a mão com calma, demonstrando que não há nenhum risco para o gatinho.
Pode parecer curioso, mas uma das formas mais efetivas de demonstrar carinho por seu bichano é piscando. Estudos demonstram que quando um felino pisca para outro, ele está manifestando carinho e confiança. Isso porque os gatos, como sabemos, são predadores na natureza. Por isso, estão sempre muito atentos aos possíveis perigos e ataques. Assim, quando o peludo pisca ele está dizendo “confio em você e sei que não irá me atacar”. Como forma de carinho, você pode responder à confiança, piscando demoradamente para seu bichano. Ele certamente vai entender o recado e retribuir com mais afeto.
Acesse materiais, apostilas e vídeos em mais de 3000 cursos, tudo isso gratuitamente!
Matricule-se AgoraAcesse materiais, apostilas e vídeos em mais de 3000 cursos, tudo isso gratuitamente!
Matricule-se Agora