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INTRODUÇÃO
AO CULTIVO DE OLIVEIRAS
MÓDULO
2 – Implantação do Pomar
Aula 1 – Escolha das
mudas
A implantação de um pomar de oliveiras
começa muito antes do plantio. Um dos fatores que mais influenciam o sucesso da
produção é a escolha das mudas. Plantas saudáveis, produzidas por viveiros
confiáveis e adaptadas às condições da região oferecem melhores condições de
crescimento, reduzem problemas futuros e aumentam as chances de formar um pomar
produtivo e duradouro. Por outro lado, mudas de baixa qualidade podem
apresentar desenvolvimento irregular, maior suscetibilidade a doenças e menor
capacidade produtiva ao longo dos anos.
Ao adquirir mudas, o produtor deve
observar cuidadosamente seu aspecto geral. Uma muda de boa qualidade apresenta
caule firme, folhas verdes e bem desenvolvidas, ausência de manchas,
deformações ou sinais de ataque de pragas. O sistema radicular também merece
atenção. As raízes devem estar bem formadas, distribuídas de maneira uniforme e
sem indícios de apodrecimento ou danos mecânicos. Esses detalhes, muitas vezes
simples de identificar, fazem grande diferença no estabelecimento inicial das
plantas no campo.
Outro ponto importante é a procedência das
mudas. Viveiros especializados seguem normas de produção, utilizam materiais
propagativos selecionados e adotam cuidados fitossanitários durante todo o
processo de formação das plantas. Isso reduz significativamente o risco de
introduzir doenças ou materiais genéticos inadequados no pomar. Além disso,
mudas produzidas sob controle técnico apresentam maior uniformidade de
crescimento, facilitando o manejo e contribuindo para uma produção mais
equilibrada.
A escolha da cultivar também deve ser
feita com bastante atenção. Existem variedades desenvolvidas para diferentes
objetivos de produção. Algumas produzem frutos mais adequados para a fabricação
de azeite, outras são indicadas para consumo como azeitonas de mesa e há ainda
cultivares de dupla aptidão. Além da finalidade comercial, é fundamental
verificar se a variedade apresenta boa adaptação às condições climáticas da
região onde será implantado o pomar. Uma cultivar bem adaptada tende a
apresentar melhor florescimento, maior frutificação e maior estabilidade
produtiva ao longo dos anos.
Outro aspecto frequentemente negligenciado pelos iniciantes é a necessidade de compatibilidade entre cultivares. Muitas oliveiras apresentam melhor desempenho quando cultivadas próximas a variedades polinizadoras, favorecendo a
fecundação das flores e aumentando a produção de
frutos. Por isso, antes da compra das mudas, é recomendável elaborar um
planejamento do pomar considerando não apenas a quantidade de plantas, mas
também a distribuição das diferentes cultivares.
O transporte e o armazenamento das mudas
também influenciam sua qualidade. Durante esse período, é importante evitar
exposição prolongada ao sol, ventos fortes e falta de irrigação. O ideal é que
o plantio seja realizado o mais breve possível após a aquisição, preservando a
umidade do substrato e reduzindo o estresse das plantas. Cuidados simples nessa
etapa aumentam significativamente a taxa de sobrevivência após o transplante.
Embora o investimento em mudas
certificadas possa representar um custo inicial um pouco maior, essa escolha
costuma gerar economia no longo prazo. Plantas de melhor qualidade apresentam
menor índice de mortalidade, crescimento mais uniforme e menor necessidade de
substituição nos primeiros anos do pomar. Além disso, facilitam o manejo e
contribuem para a obtenção de uma produção mais regular e de maior qualidade.
Antes de finalizar a compra, o produtor
deve esclarecer dúvidas com o viveirista sobre a origem genética das mudas, a
idade das plantas, a cultivar, o porta-enxerto utilizado, quando houver, e os
cuidados recomendados para o transporte e o plantio. Essas informações permitem
um planejamento mais eficiente e ajudam a evitar problemas que poderiam
comprometer o desenvolvimento futuro do pomar.
Em síntese, a escolha das mudas é uma das
etapas mais importantes da implantação de um olival. Investir em plantas
sadias, bem formadas e adaptadas à região significa dar o primeiro passo para
construir um pomar produtivo, sustentável e capaz de oferecer bons resultados
por muitos anos.
Referências bibliográficas
COUTINHO, E. F.; RIBEIRO, F. C.;
CAPPELLARO, T. H. Cultivo de Oliveira (Olea europaea L.). Pelotas:
Embrapa Clima Temperado, 2009.
COUTINHO, E. F. (Org.). Sistema de
Produção: Cultivo de Oliveira (Olea europaea L.). Pelotas: Embrapa Clima
Temperado, 2009.
BRASIL. Ministério da Agricultura e
Pecuária. Comissão Permanente da Olivicultura Brasileira: proposta de
padrões para produção de mudas de oliveira. Brasília: MAPA.
Aula 2 – Preparo do solo e plantio
A implantação de um pomar de oliveiras exige planejamento e atenção aos detalhes desde o preparo do solo. Essa etapa é responsável por criar um ambiente favorável para o desenvolvimento das raízes, permitindo que as mudas
cresçam de forma saudável e tenham condições de
produzir por muitos anos. Investir tempo nessa fase reduz problemas futuros e
aumenta as chances de sucesso da cultura.
O primeiro passo é conhecer as
características do solo da propriedade. Para isso, recomenda-se realizar uma
análise química e física antes do plantio. Esse procedimento permite
identificar a fertilidade, o nível de acidez, a disponibilidade de nutrientes e
possíveis limitações que podem comprometer o desenvolvimento das plantas. Com
base nos resultados, é possível definir corretamente a necessidade de calagem e
de adubação, evitando tanto deficiências quanto o uso excessivo de insumos.
Além da fertilidade, as características
físicas do solo também merecem atenção. A oliveira desenvolve-se melhor em
solos profundos, bem estruturados e com boa drenagem. O excesso de água ao
redor das raízes favorece o aparecimento de doenças e reduz a absorção de
oxigênio, prejudicando o crescimento da planta. Sempre que houver risco de
encharcamento, é importante adotar práticas que melhorem a drenagem da área
antes da implantação do pomar.
Após a correção do solo, inicia-se o
preparo da área. O objetivo é eliminar a compactação, facilitar o crescimento
das raízes e proporcionar boas condições para o estabelecimento das mudas.
Dependendo das características do terreno, podem ser utilizadas operações como
subsolagem, aração e gradagem, sempre procurando preservar a estrutura do solo
e reduzir os riscos de erosão. Em áreas com declividade, práticas
conservacionistas, como o plantio em nível e o uso de curvas de nível, ajudam a
proteger o solo e a conservar a água.
Outro aspecto importante é o planejamento
do espaçamento entre as plantas. A distância adequada permite que cada oliveira
receba boa incidência de luz solar, favorece a circulação de ar entre as copas
e facilita as operações de poda, pulverização e colheita. O espaçamento varia
conforme a cultivar, o sistema de condução adotado e o nível de mecanização da
propriedade. Em sistemas convencionais, normalmente utilizam-se distâncias
maiores para permitir o desenvolvimento pleno das árvores, enquanto sistemas mais
intensivos podem utilizar espaçamentos reduzidos, desde que haja manejo
adequado.
As covas de plantio devem ser preparadas com antecedência, respeitando dimensões compatíveis com o tamanho do sistema radicular das mudas. Durante o plantio, é importante posicionar a muda na mesma profundidade em que foi produzida no viveiro, evitando
enterrá-la em excesso ou
deixá-la superficial. Após acomodar as raízes, a terra deve ser levemente
compactada para eliminar bolsões de ar e garantir maior contato entre o solo e
o sistema radicular.
Logo após o plantio, recomenda-se realizar
uma irrigação inicial para favorecer o estabelecimento das mudas e reduzir o
estresse causado pelo transplante. Nos primeiros meses, o fornecimento de água
deve ser acompanhado com atenção, principalmente em períodos de estiagem.
Embora a oliveira apresente boa resistência à seca quando adulta, as plantas
jovens ainda possuem sistema radicular em formação e dependem de umidade
adequada para crescer de forma vigorosa.
A instalação de tutores também pode ser
necessária em áreas sujeitas a ventos fortes. Eles ajudam a manter a muda
ereta, evitando danos ao caule e favorecendo o desenvolvimento uniforme da
planta. Paralelamente, é importante manter uma área livre de plantas daninhas
ao redor das mudas, reduzindo a competição por água, luz e nutrientes.
Outro cuidado essencial é evitar a
realização do plantio em períodos de calor excessivo ou de chuvas muito
intensas. Condições climáticas mais amenas favorecem o enraizamento e diminuem
o risco de perdas nas primeiras semanas após o transplante. Sempre que
possível, o plantio deve ser planejado considerando as condições climáticas da
região.
Em resumo, o preparo do solo e o plantio
representam a base para um pomar saudável. Quando essas etapas são realizadas
com planejamento, utilizando informações obtidas na análise do solo e adotando
boas práticas de implantação, as mudas apresentam maior taxa de sobrevivência,
crescimento uniforme e melhores condições para alcançar elevada produtividade
ao longo dos anos.
Referências bibliográficas
COUTINHO, E. F.; RIBEIRO, F. C.;
CAPPELLARO, T. H. Cultivo de Oliveira (Olea europaea L.). Pelotas:
Embrapa Clima Temperado, 2009.
COUTINHO, E. F. (Org.). Sistema de
Produção: Cultivo de Oliveira (Olea europaea L.). Pelotas: Embrapa Clima
Temperado, 2009.
EMPRESA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA DE MINAS
GERAIS (EPAMIG). Cultivo de oliveiras: preparo do solo e espaçamento.
Belo Horizonte: EPAMIG.
COMISSÃO PERMANENTE DA OLIVICULTURA
BRASILEIRA. Recomendações técnicas para implantação de pomares de oliveira.
Brasília: Ministério da Agricultura e Pecuária.
Aula 3 – Primeiros cuidados após o plantio
Os primeiros meses após o plantio representam uma fase decisiva para o sucesso do cultivo das oliveiras. É nesse período que as mudas iniciam
os meses após o plantio
representam uma fase decisiva para o sucesso do cultivo das oliveiras. É nesse
período que as mudas iniciam o processo de adaptação ao novo ambiente,
desenvolvem suas raízes e começam a formar a estrutura que sustentará a
produção futura. Mesmo sendo uma espécie conhecida por sua resistência, a
oliveira jovem necessita de atenção constante para crescer de forma saudável e
uniforme. Um bom manejo nessa etapa reduz perdas, acelera o desenvolvimento das
plantas e contribui para a formação de um pomar produtivo.
A irrigação é um dos primeiros cuidados
que devem ser observados. Logo após o plantio, recomenda-se irrigar as mudas
para que o solo se acomode ao redor das raízes, eliminando bolsas de ar e
favorecendo o contato entre o sistema radicular e a terra. Nos dias seguintes,
novas irrigações podem ser necessárias, principalmente quando não há ocorrência
de chuvas. Embora a oliveira adulta tolere períodos de seca, as plantas
recém-implantadas ainda possuem raízes pouco desenvolvidas e dependem de
umidade adequada para estabelecerem-se no solo. O excesso de água, porém, deve
ser evitado, pois favorece o surgimento de doenças radiculares.
Outro cuidado importante é o tutoramento
das mudas. O tutor serve para manter o caule na posição vertical e proteger a
planta contra ventos fortes, evitando inclinações ou tombamentos. O tutor deve
ser instalado no momento do plantio e preso ao caule de forma firme, mas sem
apertar excessivamente, permitindo que a planta cresça naturalmente. Além de
proporcionar maior estabilidade, esse procedimento contribui para a formação de
um tronco reto e resistente.
O controle das plantas daninhas também
merece atenção desde o início. Ervas invasoras competem com as mudas por água,
luz e nutrientes, dificultando o crescimento das oliveiras. A manutenção de uma
área limpa ao redor das plantas reduz essa competição e favorece o
desenvolvimento do sistema radicular. Esse controle pode ser realizado por meio
de capinas manuais, cobertura morta ou outras práticas de manejo que preservem
a estrutura do solo e reduzam a erosão.
Durante o primeiro ano de cultivo, o produtor deve acompanhar regularmente o aspecto das mudas. Folhas amareladas, crescimento lento, manchas ou sinais de ataque de insetos podem indicar problemas que precisam ser corrigidos rapidamente. O monitoramento frequente permite identificar alterações ainda no início, facilitando a adoção de medidas de controle e evitando prejuízos maiores ao
pomar.
Outro ponto importante refere-se à
adubação. Diferentemente do que muitos iniciantes imaginam, o uso excessivo de
fertilizantes logo após o plantio não acelera o crescimento das oliveiras. Pelo
contrário, concentrações elevadas de nutrientes podem prejudicar as raízes
jovens e estimular um crescimento vegetativo exagerado, atrasando a entrada das
plantas em produção. Em geral, quando o solo foi corretamente preparado antes
do plantio e a irrigação é adequada, não há necessidade de adubação intensa
durante o primeiro ano, sendo recomendável acompanhar o vigor das plantas e
realizar análises foliares para orientar futuras correções nutricionais.
Também é nessa fase que se iniciam os
primeiros cuidados com a formação da copa. A retirada de brotações muito
vigorosas ou mal posicionadas favorece o desenvolvimento de um tronco principal
bem definido e facilita as futuras podas de formação. Essas intervenções devem
ser realizadas de forma criteriosa, sempre respeitando o desenvolvimento
natural da muda e evitando cortes excessivos.
A proteção contra animais é outro aspecto
que não deve ser negligenciado. Bovinos, ovinos, caprinos e até pequenos
roedores podem causar danos ao caule e às folhas das mudas recém-plantadas. Em
propriedades onde há risco de ataque, recomenda-se utilizar cercas, protetores
individuais ou outras medidas de proteção para evitar perdas nos primeiros anos
do pomar.
À medida que as plantas se desenvolvem,
torna-se importante registrar informações sobre o crescimento, a necessidade de
irrigação, a ocorrência de pragas e os manejos realizados. Esses registros
auxiliam na tomada de decisões futuras e permitem acompanhar a evolução do
pomar de maneira organizada.
Em síntese, os primeiros cuidados após o plantio são fundamentais para garantir o bom estabelecimento das oliveiras. Irrigação equilibrada, tutoramento, controle de plantas daninhas, monitoramento constante, manejo nutricional adequado e proteção das mudas formam um conjunto de práticas que aumentam significativamente as chances de sucesso da cultura. Um pomar bem conduzido desde o início apresenta crescimento mais uniforme, menor índice de perdas e melhores condições para alcançar elevada produtividade nos anos seguintes.
Referências bibliográficas
COUTINHO, E. F.; RIBEIRO, F. C.;
CAPPELLARO, T. H. Cultivo de Oliveira (Olea europaea L.). Pelotas:
Embrapa Clima Temperado, 2009.
COUTINHO, E. F. (Org.). Sistema de Produção: Cultivo de Oliveira (Olea europaea L.). Pelotas:
Embrapa Clima
Temperado, 2009.
ALVARENDA, A. A. Olivicultura:
implantação e manejo de pomares. Informe Agropecuário. Belo Horizonte:
EPAMIG.
EMPRESA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA DE MINAS
GERAIS (EPAMIG). Tecnologias para produção de oliveiras no Brasil. Belo
Horizonte: EPAMIG.
Estudo de Caso – Módulo 2
O barato saiu caro: os desafios de uma
implantação sem planejamento
Fernanda sempre sonhou em produzir azeites
artesanais utilizando oliveiras cultivadas na propriedade da família. Depois de
pesquisar sobre o potencial da olivicultura na região onde morava, decidiu
implantar um pequeno pomar. Empolgada com o projeto, buscou reduzir os custos
iniciais e tomou algumas decisões sem avaliar cuidadosamente suas
consequências.
Para economizar, adquiriu mudas de um
fornecedor informal, que não apresentava informações sobre a origem das plantas
nem garantia da cultivar comercializada. Também dispensou a análise do solo,
acreditando que a terra da propriedade era naturalmente fértil por já ter sido
utilizada em outras culturas. As covas foram abertas poucos dias antes do
plantio e as mudas foram distribuídas em espaçamentos definidos apenas pela
facilidade de circulação no terreno, sem considerar o desenvolvimento futuro
das árvores.
Nos primeiros meses, algumas mudas
cresceram normalmente, enquanto outras apresentaram desenvolvimento lento,
folhas amareladas e baixo vigor. Além disso, parte das plantas começou a morrer
após períodos de chuva intensa. A diferença de crescimento chamou a atenção de
Fernanda, que percebeu que havia mudas de tamanhos e comportamentos muito
diferentes, dificultando o manejo do pomar.
Ao solicitar uma avaliação técnica, foi
constatado que vários fatores contribuíram para os problemas. Algumas mudas não
pertenciam à cultivar informada no momento da compra e apresentavam baixa
qualidade genética. A análise também revelou que o solo possuía acidez elevada
e deficiência de nutrientes importantes para o desenvolvimento inicial das
plantas. Outro problema identificado foi a drenagem insuficiente em parte da
área, favorecendo o excesso de umidade nas raízes. As recomendações técnicas da
Embrapa destacam que a implantação do pomar deve começar pela análise e
correção do solo, escolha de mudas certificadas e preparação adequada da área,
fatores fundamentais para reduzir perdas e garantir crescimento uniforme das
oliveiras.
Seguindo as orientações recebidas, Fernanda substituiu as mudas comprometidas por plantas provenientes de um
viveiro especializado, realizou a correção da acidez do solo, ajustou a
adubação conforme os resultados da análise laboratorial e melhorou a drenagem
da área mais úmida. Também reorganizou parte do pomar para manter um
espaçamento adequado entre as árvores, favorecendo a entrada de luz e a
circulação de ar.
Nos meses seguintes, as novas mudas
apresentaram crescimento mais uniforme e maior resistência às condições
climáticas. A manutenção tornou-se mais simples, e o pomar passou a apresentar
um desenvolvimento equilibrado, criando melhores perspectivas para as futuras
safras.
A experiência mostrou que a fase de
implantação é determinante para o sucesso da olivicultura. Economias realizadas
em etapas essenciais, como a compra de mudas de qualidade e o preparo adequado
do solo, podem gerar prejuízos muito maiores ao longo do tempo. Planejamento,
assistência técnica e respeito às recomendações agronômicas são investimentos
que aumentam significativamente as chances de formar um pomar saudável e
produtivo.
Erros cometidos
Como evitar esses erros
Reflexão
A implantação de um olival é um investimento de longo prazo. Cada decisão tomada antes e durante o plantio influencia diretamente o desenvolvimento das árvores e a produtividade futura. Planejar adequadamente, investir em mudas de qualidade e preparar corretamente o solo são atitudes que reduzem riscos, evitam desperdícios e aumentam as possibilidades de sucesso na produção de azeitonas e azeite.
Referências bibliográficas
COUTINHO, E. F.; RIBEIRO, F. C.;
CAPPELLARO, T. H. Cultivo de Oliveira (Olea europaea L.). Pelotas:
Embrapa Clima Temperado, 2009.
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Pelotas: Embrapa Clima
Temperado, 2009.
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