Apostila 2 — Curso Como Compreender os Falsos Cognatos da Língua Inglesa

COMO COMPREENDER OS FALSOS COGNATOS DA LÍNGUA INGLESA

MÓDULO 2 – Falsos Cognatos no Cotidiano

Aula 1 – Situações de viagem

 

Viajar para outro país é uma experiência enriquecedora. Além de conhecer novos lugares, culturas e pessoas, o viajante tem a oportunidade de colocar em prática o inglês aprendido ao longo dos estudos. No entanto, mesmo em situações simples, alguns erros de interpretação podem acontecer, principalmente por causa dos falsos cognatos. Essas palavras possuem escrita semelhante ao português, mas apresentam significados diferentes, podendo gerar mal-entendidos em aeroportos, hotéis, restaurantes, estações de transporte e diversos outros ambientes. Conhecê-las é uma forma de tornar a viagem mais tranquila e segura.

Um dos exemplos mais conhecidos aparece logo nas portas de estabelecimentos comerciais. Muitas pessoas encontram a palavra Push e acreditam que ela significa "puxe". Na realidade, push significa "empurre", enquanto pull corresponde a "puxar". Esse é um dos falsos cognatos mais famosos entre brasileiros e demonstra como confiar apenas na semelhança da escrita pode causar situações constrangedoras. Felizmente, basta compreender o verdadeiro significado dessas palavras para evitar esse tipo de erro.

Outro termo bastante comum em viagens é Exit. Em aeroportos, rodoviárias, hotéis, museus e centros comerciais, essa palavra indica a saída do local. Muitos iniciantes associam exit à palavra "êxito", mas seu significado correto é simplesmente "saída". Reconhecer essa sinalização facilita a locomoção e contribui para que o viajante encontre rapidamente rotas de emergência ou pontos de acesso aos ambientes.

Os falsos cognatos também aparecem durante o preenchimento de formulários de viagem. A palavra Application, por exemplo, não significa "aplicação" no sentido de um aplicativo de celular. Em muitos contextos, refere-se a um formulário de inscrição ou solicitação. Assim, ao ler a expressão Visa Application, o viajante deve compreender que se trata do pedido ou requerimento de visto, e não de algum tipo de programa de computador.

Nos hotéis e centros de informação turística, outro falso cognato merece atenção: College. Embora lembre a palavra "colégio", seu significado mais comum é "faculdade" ou instituição de ensino superior. Da mesma forma, Library significa "biblioteca", enquanto "livraria" corresponde a bookstore ou bookshop. Essas diferenças podem parecer pequenas, mas fazem toda a diferença quando alguém pede informações

Essas diferenças podem parecer pequenas, mas fazem toda a diferença quando alguém pede informações ou procura determinado local durante uma viagem.

Em restaurantes e cafeterias, alguns vocábulos também exigem atenção. A palavra Lunch significa "almoço", e não "lanche". Se um restaurante informa que serve lunch from 12 p.m. to 3 p.m., isso indica o horário do almoço. Já para se referir a um lanche rápido entre as refeições, utiliza-se normalmente a palavra snack. Compreender essa diferença evita interpretações equivocadas na hora de fazer um pedido.

Outro aspecto importante é compreender que o contexto sempre deve orientar a interpretação das palavras. Em vez de traduzir automaticamente um termo semelhante ao português, o estudante deve observar onde ele aparece, qual é o assunto tratado e quais palavras estão ao seu redor. Em placas de sinalização, mapas, cardápios ou avisos de segurança, essa estratégia permite identificar o verdadeiro significado dos falsos cognatos e interpretar a mensagem com muito mais precisão.

Uma boa forma de se preparar para viagens internacionais é estudar previamente o vocabulário mais utilizado em aeroportos, hotéis, meios de transporte e estabelecimentos comerciais. Criar uma lista com os falsos cognatos mais frequentes, acompanhados de exemplos práticos, ajuda a fixar o conteúdo e aumenta a confiança para utilizar o inglês em situações reais. Além disso, assistir a vídeos, observar placas em fotografias e praticar pequenos diálogos contribuem para tornar o aprendizado mais natural e significativo.

Também é importante lembrar que cometer erros faz parte do processo de aprendizagem. Muitos estudantes descobrem os falsos cognatos justamente durante uma viagem ou ao assistir a filmes e séries em inglês. O mais importante é transformar esses momentos em oportunidades de aprendizado, registrando as palavras desconhecidas e revisando seu significado posteriormente. Com prática constante, essas expressões deixam de representar obstáculos e passam a integrar o vocabulário cotidiano.

Ao compreender os falsos cognatos presentes em situações de viagem, o estudante desenvolve muito mais autonomia para interpretar informações, pedir orientações e comunicar-se com segurança. Essa habilidade reduz o risco de mal-entendidos, facilita a adaptação em ambientes internacionais e torna a experiência de viajar muito mais agradável e enriquecedora.

Referências bibliográficas

BRASIL ESCOLA. Falsos Cognatos em Inglês (False Friends).

MUNDO

EDUCAÇÃO. False Friends – Falsos Cognatos em Inglês.

SÓ LÍNGUA INGLESA. Falsos Cognatos (False Friends).

SECRETARIA DA EDUCAÇÃO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO. Práticas Pedagógicas Sugeridas – Cognates, False Friends e Estrangeirismos.

UOL EDUCAÇÃO. Inglês: Cognatos e Falsos Cognatos.


Aula 2 – Falsos cognatos em ambientes acadêmicos

 

Ingressar em uma escola de idiomas, participar de um intercâmbio ou iniciar um curso em uma instituição estrangeira representa uma excelente oportunidade para desenvolver o inglês. Porém, o ambiente acadêmico possui um vocabulário próprio, e muitos dos termos utilizados lembram palavras do português sem possuir o mesmo significado. Esses falsos cognatos podem causar dificuldades na leitura de livros, artigos científicos, avisos institucionais e até durante conversas com professores e colegas. Conhecê-los facilita a adaptação ao ambiente de estudos e melhora a compreensão das informações.

Um dos exemplos mais conhecidos é a palavra college. Muitos estudantes brasileiros acreditam que ela significa "colégio", mas, em diversos contextos, refere-se a uma faculdade ou instituição de ensino superior. Assim, quando alguém afirma She studies at college, o sentido é "Ela estuda na faculdade", e não "Ela estuda no colégio". Para se referir ao ensino fundamental ou médio, o termo mais comum é school. Essa diferença é importante porque aparece frequentemente em textos acadêmicos e apresentações pessoais.

Outro falso cognato bastante comum é library. Pela semelhança com "livraria", muitos iniciantes imaginam que se trata de um local onde livros são vendidos. Na realidade, library significa biblioteca, espaço destinado ao empréstimo, consulta e estudo de livros e outros materiais. Já a palavra bookstore ou bookshop é utilizada para indicar uma livraria. Saber essa diferença evita confusões ao pedir informações dentro de escolas, universidades e centros de pesquisa.

A palavra journal também merece atenção. Em português, "jornal" normalmente está associado a notícias impressas ou programas televisivos. No contexto acadêmico, entretanto, journal costuma significar periódico científico ou revista especializada, onde pesquisadores publicam estudos e resultados de pesquisas. Ao ler orientações de professores ou bibliografias, é comum encontrar recomendações para consultar determinados academic journals, ou seja, revistas científicas reconhecidas em uma área do conhecimento.

Outro termo frequentemente encontrado é lecture. Embora

alguns estudantes o associem à palavra "leitura", seu significado é palestra, aula expositiva ou apresentação realizada por um professor ou especialista. Já a ação de ler é expressa pelo verbo to read, e a palavra reading refere-se à leitura. Conhecer essa diferença facilita a compreensão de cronogramas de cursos e eventos acadêmicos.

Durante os estudos, também é comum encontrar a palavra resume. Muitos pensam imediatamente em "resumo", mas esse termo significa, na verdade, retomar, continuar ou reiniciar uma atividade. Quando um professor diz Let's resume our lesson, ele está convidando a turma a continuar a aula. Já "resumo", no sentido de síntese de um texto, pode ser traduzido como summary. Esse tipo de detalhe faz diferença na interpretação correta das instruções.

Outro exemplo importante é pretend, já estudado anteriormente, mas bastante presente em atividades escolares. Muitos alunos acreditam que esse verbo significa "pretender", quando, na realidade, significa fingir. Para expressar intenção ou planejamento, utiliza-se normalmente o verbo intend. Em avaliações de leitura, essa confusão pode alterar completamente o sentido de uma frase e comprometer a compreensão do texto.

Além de conhecer essas palavras, o estudante deve desenvolver o hábito de interpretar o contexto antes de traduzir qualquer termo semelhante ao português. Em um artigo científico, por exemplo, a função da palavra dentro da frase e o assunto abordado ajudam a identificar seu significado correto. Essa leitura contextualizada evita interpretações literais e favorece uma compreensão mais completa do conteúdo. Pesquisas sobre aprendizagem de línguas mostram que a interferência da língua materna é uma das principais causas de erros envolvendo falsos cognatos, reforçando a importância de trabalhar o vocabulário em situações reais de uso.

Uma estratégia eficiente para memorizar esse vocabulário consiste em criar frases relacionadas ao ambiente de estudos. Escrever exemplos como The library is open until 8 p.m. ou My lecture starts at nine o'clock ajuda a associar a palavra ao contexto em que ela normalmente aparece. Ler artigos, assistir a palestras em inglês e consultar materiais acadêmicos também contribuem para ampliar o contato com essas expressões e consolidar seu significado.

Ao compreender os principais falsos cognatos utilizados em ambientes acadêmicos, o estudante passa a interpretar textos com mais segurança, acompanha aulas com maior facilidade e desenvolve autonomia

para buscar informações em inglês. Esse conhecimento fortalece o processo de aprendizagem e prepara o aluno para utilizar a língua em contextos educacionais cada vez mais desafiadores.

Referências bibliográficas

BARCELOS, Laura; FONTES, Ana Beatriz Arêas da Luz. O processamento de cognatos e falsos cognatos por brasileiros falantes de português, inglês e francês. Revista Linguagem em Foco, 2022.

BRASIL. Ministério da Educação. A Língua Inglesa e os Falsos Cognatos. Brasília: MEC, 2015.

SABINO, Marilei Amadeu. Falsos cognatos, falsos amigos ou cognatos enganosos? Desfazendo a confusão teórica através da prática. ALFA: Revista de Linguística, 2006.

SILVA, Camila Elizabete da Silva; CAVALCANTE, Paloma Silva. Os falsos cognatos enquanto estratégia didático-pedagógica no ensino de Língua Inglesa. Editora Real Conhecer.

MALDANER, Laíra de Cássia Barros Ferreira; CASTIGLIONI, Ana Claudia; BARBOSA, Selma Maria Abdalla Dias. Falsos Cognatos: o tratamento dos verbetes nos dicionários Longman e Oxford. Revista EntreLetras, 2018.


Aula 3 – Falsos cognatos em conversação

 

Conversar em inglês é um dos maiores objetivos de quem aprende o idioma. No início, é comum que o estudante procure adaptar palavras do português para formar frases rapidamente. Embora essa estratégia possa funcionar em algumas situações, ela também pode causar erros quando envolve falsos cognatos. Durante uma conversa, esses equívocos podem gerar interpretações inesperadas, provocar situações constrangedoras ou dificultar a comunicação. Por isso, conhecer os falsos cognatos mais frequentes na linguagem oral é essencial para falar com mais clareza e segurança.

Um dos exemplos mais conhecidos é o verbo pretend. Muitos brasileiros acreditam que ele significa "pretender", mas seu verdadeiro significado é fingir. Imagine alguém dizendo: I pretend to study abroad next year. A intenção era afirmar "Eu pretendo estudar no exterior no próximo ano". Entretanto, a frase comunica "Eu finjo estudar no exterior no próximo ano". Para expressar intenção, o verbo correto é intend. Esse é um dos falsos cognatos mais citados por professores de inglês justamente por aparecer com frequência em conversas do cotidiano.

Outra palavra que costuma provocar confusão é actually. Pela semelhança com "atualmente", muitos estudantes utilizam esse termo para falar do presente. Contudo, actually significa "na verdade", "de fato" ou "realmente". Se alguém perguntar: Is John your brother? e a resposta for Actually, he

is my cousin, o significado correto será: "Na verdade, ele é meu primo." Para expressar a ideia de "atualmente", utilizam-se palavras como currently ou nowadays.

Outro falso cognato bastante presente em conversas é o verbo realize. Muitos estudantes imaginam que ele signifique "realizar" no sentido de executar uma tarefa. Entretanto, to realize significa perceber, dar-se conta ou notar alguma situação. Assim, a frase I realized I forgot my keys deve ser traduzida como "Percebi que esqueci minhas chaves". Quando a intenção é dizer "realizar um projeto" ou "executar uma atividade", utilizam-se verbos como do, carry out, perform ou accomplish, dependendo do contexto.

Também merece atenção o verbo support. Em português, muitas pessoas associam essa palavra ao verbo "suportar", entendido como tolerar algo desagradável. No entanto, support significa apoiar, dar suporte ou oferecer ajuda. Se alguém disser My family supports my decisions, o sentido será "Minha família apoia minhas decisões". Para dizer "não consigo suportar isso", a forma mais comum é I can't stand it ou I can't bear it.

Durante conversas informais, também aparecem palavras como parents, que significa "pais", e não "parentes". Da mesma forma, college refere-se, em muitos contextos, à faculdade, enquanto library significa biblioteca. Embora esses termos sejam frequentemente vistos em textos escritos, também fazem parte de apresentações pessoais e diálogos cotidianos, especialmente quando alguém fala sobre estudos, família ou rotina.

Uma maneira eficiente de evitar esses erros é prestar atenção ao contexto da conversa. Em vez de traduzir mentalmente cada palavra, procure compreender a mensagem como um todo. Observe o assunto, a intenção do interlocutor e as palavras que acompanham o falso cognato. Essa estratégia torna a comunicação mais natural e reduz a dependência da tradução literal. Além disso, ouvir diálogos autênticos, assistir a filmes e séries em inglês e praticar conversação ajudam a reconhecer essas expressões em situações reais.

Outra prática bastante útil é construir frases próprias utilizando os falsos cognatos estudados. Em vez de apenas memorizar listas, experimente criar pequenos diálogos. Por exemplo: Actually, my parents support my decision to study at college. Ao utilizar diferentes palavras em uma única frase, o estudante fortalece a associação entre o vocabulário e seu significado correto, tornando a aprendizagem mais significativa.

Também é importante compreender

que cometer erros durante a conversação faz parte do processo de aprendizagem. Muitos estudantes descobrem o verdadeiro significado de um falso cognato justamente após utilizá-lo de maneira incorreta em uma conversa. Esses momentos não devem ser vistos como fracassos, mas como oportunidades para ampliar o vocabulário e desenvolver maior confiança ao falar inglês.

Ao dominar os principais falsos cognatos presentes na comunicação oral, o estudante passa a se expressar com mais naturalidade, evita mal-entendidos e participa de conversas com muito mais segurança. Esse conhecimento contribui para uma comunicação clara, eficiente e adequada às mais diversas situações do cotidiano, tornando o aprendizado da língua inglesa mais sólido e prazeroso.

Referências bibliográficas

BRASIL ESCOLA. Falsos Cognatos em Inglês (False Friends).

SÓ LÍNGUA INGLESA. Falsos Cognatos (False Friends).

ENGLISH EXPERTS. 13 frases em inglês com falsos cognatos.

APRENDENDO INGLÊS. Palavras que confundem: "pretend" e "actual".

SECRETARIA DA EDUCAÇÃO DO ESTADO DA BAHIA. Programa Universidade para Todos – Módulo de Língua Inglesa.


Estudo de Caso – Módulo 2

Uma viagem internacional e as armadilhas dos falsos cognatos

 

Pedro sempre sonhou em fazer um intercâmbio para aperfeiçoar seu inglês. Depois de meses de preparação, embarcou para uma universidade no Canadá, onde participaria de um curso de curta duração. Embora tivesse estudado o básico da língua, ele ainda confiava muito na semelhança entre palavras em inglês e português. Essa confiança excessiva fez com que enfrentasse algumas situações inesperadas logo nos primeiros dias.

Ao chegar ao aeroporto, Pedro precisava encontrar a saída para pegar o transporte até o hotel. Observou uma placa com a palavra Exit, mas acreditou que ela tivesse relação com "êxito" ou sucesso. Sem perceber que a placa indicava a saída, caminhou na direção errada e precisou pedir ajuda a um funcionário do aeroporto. Só então descobriu que exit significa "saída", sendo uma das sinalizações mais comuns em locais públicos.

No dia seguinte, ao visitar a universidade, recebeu um mapa do campus. Procurando um lugar para comprar um livro, perguntou onde ficava a library, acreditando que encontraria uma livraria. O atendente indicou o prédio correto, mas Pedro percebeu que havia chegado a uma biblioteca. Nesse momento, aprendeu que library significa "biblioteca", enquanto "livraria" é traduzida como bookstore ou bookshop.

Durante uma conversa com

colegas, Pedro comentou que estudava em um college no Brasil, acreditando estar dizendo que frequentava um colégio. Seus novos amigos entenderam que ele já cursava o ensino superior, pois college geralmente significa "faculdade". Depois da explicação do professor, ele passou a utilizar school quando queria se referir ao ensino básico e college apenas quando falava sobre instituições de ensino superior.

Outro momento curioso aconteceu na hora do almoço. Ao observar um aviso informando Lunch served from 12:00 to 2:00 p.m., Pedro imaginou que seriam oferecidos pequenos lanches durante esse período. Pouco depois, percebeu que o restaurante estava servindo a principal refeição do dia. Assim, descobriu que lunch significa "almoço", enquanto "lanche" é normalmente traduzido como snack.

Ao final da primeira semana, Pedro decidiu mudar sua forma de estudar. Em vez de traduzir cada palavra pela aparência, passou a analisar o contexto das frases, consultar um dicionário sempre que surgia uma dúvida e registrar os falsos cognatos em um caderno de vocabulário. Também começou a observar placas, cardápios, avisos e conversas do cotidiano para identificar essas palavras em situações reais. Com essa prática, sua compreensão melhorou rapidamente e ele passou a se comunicar com muito mais confiança.

Erros comuns observados no caso

  • Traduzir exit como "êxito" em vez de "saída".
  • Confundir library com "livraria".
  • Utilizar college para se referir ao colégio da educação básica.
  • Interpretar lunch como "lanche".
  • Traduzir palavras apenas pela semelhança com o português, sem observar o contexto.

Como evitar esses erros

  • Ler a frase ou a sinalização completa antes de interpretar uma palavra.
  • Observar o ambiente em que a palavra aparece, como aeroportos, universidades, hotéis ou restaurantes.
  • Consultar um dicionário confiável sempre que houver dúvida.
  • Registrar os falsos cognatos em um caderno de estudos com exemplos práticos.
  • Praticar a leitura de placas, cardápios, mapas e textos autênticos em inglês para ampliar o contato com essas expressões.

Conclusão

A experiência de Pedro demonstra que os falsos cognatos podem surgir em situações simples do cotidiano e provocar interpretações equivocadas quando o estudante se apoia apenas na semelhança entre as palavras. Ao desenvolver o hábito de analisar o contexto, revisar o vocabulário e praticar a leitura em situações reais, esses erros tornam-se

cadas quando o estudante se apoia apenas na semelhança entre as palavras. Ao desenvolver o hábito de analisar o contexto, revisar o vocabulário e praticar a leitura em situações reais, esses erros tornam-se cada vez menos frequentes. Assim, viajar, estudar e comunicar-se em inglês passa a ser uma experiência mais segura, eficiente e enriquecedora.

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