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Língua Portuguesa para Concursos

 

Língua Portuguesa para Concursos


As regras de acentuação gráfica são fundamentais na língua portuguesa, pois determinam como devemos destacar a sílaba tônica e, consequentemente, a pronúncia correta das palavras. Um dos principais critérios é o acento agudo (´), que é utilizado nas vogais tônicas das palavras paroxítonas terminadas em ditongos abertos (exemplo: "céu"), bem como nas palavras oxítonas com acento tônico na última sílaba (exemplo: "café"). Além disso, temos o acento circunflexo (^), aplicado em palavras paroxítonas com vogais tônicas fechadas (exemplo: "ênfase") e em algumas formas verbais (exemplo: "vôo"). É importante dominar essas regras para evitar erros de escrita e garantir uma comunicação precisa em língua portuguesa.

 

O uso correto de letras maiúsculas e minúsculas desempenha um papel crucial na escrita, contribuindo para a clareza e a correção gramatical. Em português, as letras maiúsculas são usadas no início de frases e nomes próprios, como "Maria" e "São Paulo". Além disso, devem ser empregadas em títulos de obras, cargos e instituições, como "Presidente da República" e "Universidade de Harvard". As letras minúsculas são usadas em textos normais, exceto quando se trata de palavras que exigem maiúsculas devido a um contexto específico, como "Segunda Guerra Mundial" ou "Código de Ética".

 

É importante lembrar que, em português, a maiúscula não é usada por padrão em substantivos comuns ou adjetivos, a menos que haja uma razão específica para isso. O uso adequado de letras maiúsculas e minúsculas contribui para uma escrita elegante e compreensível, evitando erros gramaticais que possam comprometer a clareza e a precisão da mensagem transmitida.

 

O emprego de hífen em palavras compostas é um aspecto importante das regras gramaticais da língua portuguesa. Existem diferentes situações que determinam se devemos ou não usar o hífen nesses casos. 

 

Primeiramente, quando duas palavras se unem para formar uma única ideia, como "guarda-chuva" ou "segunda-feira", o hífen é utilizado para indicar a conexão entre elas. No entanto, é importante observar que palavras compostas em que o segundo elemento começa com uma vogal ou com a letra "h" perdem o hífen, como em "guarda-roupa" ou "anti-inflamatório".

 

Além disso, quando temos palavras compostas que representam uma única unidade de sentido, o hífen também é empregado. Por exemplo, "pára-brisa" ou "pôr-do-sol". Vale ressaltar que as regras de uso do hífen podem ser complexas

disso, quando temos palavras compostas que representam uma única unidade de sentido, o hífen também é empregado. Por exemplo, "pára-brisa" ou "pôr-do-sol". Vale ressaltar que as regras de uso do hífen podem ser complexas e variar em algumas situações específicas, exigindo atenção especial à ortografia em casos menos comuns.

 

Dominar essas regras é essencial para uma escrita correta em língua portuguesa, garantindo a clareza e a precisão da comunicação escrita.

 

O uso adequado de pontuação é fundamental para a clareza e a organização do texto em língua portuguesa. As vírgulas, por exemplo, são utilizadas para separar elementos em uma frase, como em listas ("maçãs, bananas e peras"), para isolar adjuntos adverbiais ("No entanto, ele chegou atrasado."), e para indicar interrupções no discurso ("Maria, por sua vez, preferiu não comentar."). 

 

Os pontos finais encerram frases e indicam o final de um pensamento completo. Já o ponto e vírgula é empregado para separar itens em uma lista quando esses itens já contêm vírgulas internas, ou para separar duas orações independentes relacionadas ("Ela estudou muito; passou no exame."). 

 

Os dois-pontos são utilizados para introduzir uma explicação, enumeração ou citação ("Ele tinha um hobby favorito: a fotografia."). É importante lembrar que o uso adequado dessas pontuações ajuda a evitar ambiguidades e torna a leitura mais fluida, contribuindo para uma comunicação escrita eficaz.

 

O uso de parênteses, colchetes e travessões é essencial na escrita para indicar informações adicionais, esclarecimentos e ênfase em um texto.

 

Os parênteses ( ) são geralmente utilizados para incluir informações acessórias, esclarecimentos ou notas que não são essenciais para a compreensão da frase principal. Por exemplo, "Ela (que é minha melhor amiga) veio me visitar."

 

Os colchetes [ ] são frequentemente usados para inserir comentários ou informações adicionais em citações, como em "O autor afirmou que 'o resultado [do estudo] é surpreendente'."

 

Os travessões — — têm várias funções, incluindo separar elementos dentro de uma frase, introduzir diálogos em textos narrativos e dar destaque a informações importantes. Por exemplo, "Ela estava determinada — nada a impediria de alcançar seus objetivos."

 

É importante entender as nuances desses sinais de pontuação para utilizá-los de maneira apropriada, garantindo que o texto seja claro e preciso, ao mesmo tempo em que transmite as nuances desejadas na comunicação

para utilizá-los de maneira apropriada, garantindo que o texto seja claro e preciso, ao mesmo tempo em que transmite as nuances desejadas na comunicação escrita.

 

As reticências são um recurso de pontuação que têm o poder de criar uma sensação de suspensão, mistério ou continuidade no texto. No entanto, seu uso deve ser feito com cuidado e de acordo com algumas regras.

 

Primeiramente, as reticências podem indicar uma pausa, hesitação ou pensamento inacabado em um diálogo ou monólogo, como em: "Eu não sei se deveria dizer isso, mas...". Nesse caso, elas sugerem um pensamento em andamento.

 

Além disso, as reticências podem ser usadas para indicar que parte de uma citação foi omitida, principalmente em textos acadêmicos ou jornalísticos: "Segundo o autor... 'a história é longa e complexa...'" Nesse contexto, elas denotam que trechos da citação foram deixados de lado.

 

No entanto, é importante evitar o uso excessivo de reticências, pois isso pode tornar o texto confuso. Utilize-as com moderação, sempre considerando o contexto e a mensagem que deseja transmitir. As reticências são uma ferramenta poderosa, mas devem ser usadas com discernimento.

 

A concordância do verbo com o sujeito é uma regra fundamental na língua portuguesa para garantir a harmonia e a correção gramatical das frases. O verbo deve concordar em número (singular ou plural) e pessoa (primeira, segunda ou terceira) com o sujeito da oração.

 

Por exemplo, quando o sujeito é singular, o verbo também deve ser singular: "Ele trabalha todos os dias." No caso de sujeitos no plural, o verbo deve concordar no plural: "Eles trabalham todos os dias."

 

Em frases com sujeitos compostos, a concordância varia. Quando os núcleos do sujeito estão no mesmo número e pessoa, o verbo concorda da mesma forma: "Maria e João gostam de música." No entanto, se os núcleos estiverem em números e pessoas diferentes, o verbo fica na terceira pessoa do plural: "Maria ou João têm a resposta."

 

Dominar a concordância do verbo com o sujeito é essencial para uma escrita correta e compreensível em português, evitando erros gramaticais que podem comprometer a clareza da mensagem.

 

A concordância do adjetivo com o substantivo é uma regra gramatical importante na língua portuguesa, garantindo a harmonia e a correção nas frases. O adjetivo, que descreve ou modifica o substantivo, deve concordar em gênero (masculino ou feminino) e número (singular ou plural) com o substantivo a que se refere.

 

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exemplo, se temos o substantivo "casa" no feminino e singular, o adjetivo que o acompanha deve estar no mesmo gênero e número: "casa grande" (feminino e singular) ou "casas grandes" (feminino e plural).

 

No entanto, quando o substantivo apresenta elementos de ambos os gêneros, usa-se o masculino plural: "os alunos e as alunas inteligentes" (masculino plural concordando com os gêneros mistos).

 

A concordância do adjetivo com o substantivo é crucial para evitar ambiguidades e garantir a clareza do discurso. Dominar essa regra é essencial para uma escrita precisa e gramaticalmente correta em língua portuguesa.

 

A concordância do pronome com o antecedente é um aspecto fundamental da língua portuguesa, pois garante que o pronome concorde em gênero e número com o substantivo a que se refere, evitando ambiguidades e erros gramaticais.

 

Por exemplo, se temos o antecedente "o carro" no masculino singular, o pronome que o substitui deve estar na mesma concordância: "Ele comprou o carro." No caso de um antecedente feminino singular, como "a casa", o pronome deve concordar também em gênero e número: "Ela pintou a casa."

 

Em situações de antecedentes no plural, o pronome deve concordar de acordo com essas características: "Os livros estavam empilhados. Eles eram pesados."

 

Dominar a concordância do pronome com o antecedente é crucial para uma escrita correta e clara em português, assegurando que a referência seja precisa e adequada ao contexto.

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